segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Semíramis é a "Mulher Maravilha" dos tempos modernos!

Semíramis foi uma bela rainha mitológica que segundo as lendas gregas e lendas persas reinou sobre a Pérsia, Assíria, Armênia, Arábia, Egito e toda a Ásia, durante mais de 42 anos, foi fundadora da Babilônia e de seus jardins suspensos. Subiu ao céu transformada em pomba, após entregar a coroa ao seu filho, Tamuz.

Entre as muitas lendas que a rodeiam uma afirma que foi filha de uma sacerdotisa que a abandonou à morte no deserto. Pombas a encontraram-na e a alimentaram até que um pastor de nome Simas a encontrou. Também pode ser identificada com Shammuramat, rainha da Assíria e que foi esposa de Shamshi-Adad V e mãe de Adad-nirari III.

De acordo com estudiosos teológicos, Semíramis fora esposa de Ninrode, um dos primeiros homens mais poderosos do mundo (Gênesis 10:8-12), que inaugurou a cidade Bíblica de Babel. Segundo a tradição, Ninrode desejava reunir toda a humanidade em torno de si e construir uma torre que chegasse aos céus, com o argumento de ninguém ser tragado por um dilúvio novamente, manterem-se unidos e serem conhecidos por gerações (Gênesis 11:4). Com a grande estatura da torre, Ninrode tornou-se conhecido como "príncipe dos céus". Sobre este homem, Flavio Josefo escreveu: "Pouco a pouco, transformou o estado de coisas numa tirania, sustentando que a única maneira de afastar os homens do temor a Deus era fazê-los continuamente dependentes do seu próprio poder. Ele ameaçou vingar-se de Deus, se Este quisesse novamente inundar a terra; porque construiria uma torre mais alta do que poderia ser atingida pela água e vingaria a destruição dos seus antepassados. O povo estava ansioso de seguir este conselho, achando ser escravidão submeter-se a Deus; de modo que empreenderam construir a torre [...] e ela subiu com rapidez além de todas as expectativas." — Jewish Antiquities (Antiguidades Judaicas), I, 114, 115 (iv, 2, 3). Já Semíramis ficou conhecida como "rainha dos céus", nome de uma divindade idolatrada no Oriente Médio durante a Idade Antiga. Segundo alguns historiadores e etimólogos, Semíramis em acadiano significa pomba. De acordo com uma lenda, ela não morreu, e sim foi ascendida ao céu em forma de pomba.

Fonte: Wikipédia


Semíramis, os Personagens.

Existem outros personagens de semiramis, e tem seus registros na história e a Bíblia, em Ezequiel 8:12 a 16, quando o senhor Deus se enfurece pelo povo de Israel adorar a Tamus (o deus sol, também da cultura egípcia, maia, etc...) e em Jeremias 45:11-19, quando DEUS também se enfurece com o seu povo e através da boca do profeta Jeremias fala de sua ira para com eles, por estarem adorando a "rainha dos céus";

Com a expansão das culturas pagãs, a imagem desta deusa pagã se espalha inclusive, no meio católico, com a imagem da suposta Maria, mãe de deus.

“Assim fala o SENHOR dos Exércitos, Deus de Israel, dizendo: Vós e vossas mulheres não somente falastes por vossa boca, senão também o cumpristes por vossas mãos, dizendo: Certamente cumpriremos os nossos votos que fizemos de queimar incenso à rainha dos céus e de lhe oferecer libações; confirmai, pois, os vossos votos, e perfeitamente cumpri-os.

Portanto ouvi a palavra do SENHOR, todo o Judá, que habitais na terra do Egito: Eis que eu juro pelo meu grande nome, diz o SENHOR, que nunca mais será pronunciado o meu nome pela boca de nenhum homem de Judá em toda a terra do Egito dizendo: Vive o Senhor DEUS! Eis que velarei sobre eles para mal, e não para bem; e serão consumidos todos os homens de Judá, que estão na terra do Egito, pela espada e pela fome, até que de todo se acabem.” Jeremias 44.25-27

Com o sincretismo religioso (cristianismo e paganismo) devido os interesses do imperador Constantino, a família profana de Semíramis, Ninrode e Tamuz, agora passa a se chamar Maria, José e Jesus.

Êxodo 20:4 "Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra".

A liberdade iluminista influenciou o movimento revolucionário francês e a "declaração dos direitos do homem" que se tem hoje como documento mor dos direitos humanos. Sob esta influência ideológica, surgiu o quadro de Eugéne Delacroix, "a liberdade guiando o povo" cujo original se encontra no museu do Louvre, em paris.

Observem que os seios da imagem estão expostos, simbolizando maternidade e fertilidade, assim como o quadro acima de Eugéne Delacroix, onde simbolizavam protesto.

No livro de Atos dos Apóstolos 19:28 - nos trás referencias sobre a existência dessa suposta deusa do Éfésios, Diana, também conhecido por Ártemis, a deusa da caça, venerada até hoje por muitos;

Sua outra identidade seria a da balança da justiça.

A própria Semíramis, CRIOU O HÁBITO DO CONFESSIONÁRIO, as pessoas deviam se confessar a ela e às suas sacerdotisas para terem seus erros perdoados. Dessa atividade surgiu a BALANÇA DA JUSTIÇA, porque, levantando o que as pessoas faziam de bem, eram colocado de um lado da balança, e de outro lado da balança eram colocadas às coisas que não eram boas; Então, tinha que ver a justiça para qual o lado que a balança pesaria. Por isso que até aos dias de hoje, o SÍMBOLO DA JUSTIÇA no mundo inteiro, é a ESFINGE da SEMÍRAMIS, ela é o símbolo da justiça dos homens. Na Grécia ela tinha o nome de Têmis ou Diké e em Roma era Justitia.

Princesa Diana, seria apenas mais uma coincidência? Assim como a sua morte em 1997, quando no dia 31 (13 ao contrario) de agosto, seu carro bateu violentamente na 13ª coluna de um túnel, justamente no dia que seu filho estava completando 5.555 dias de vida, ISSO PODE SER APENAS COINCIDÊNCIA?

A POMBA

Os romanos adoravam uma deidade que eles chamavam de Vênus Columba, Vênus a Pomba. Vênus e pomba são associados com a Rainha Semiramis na Babilônia. A palavra pomba em francês ainda hoje é Colombe. É este simbolismo da pomba que nos dá o nome fictício de Christopher Columbus (Cristóvão Colombo) que na realidade costumava assinar o nome Colon. O nome Columbus foi inventado como mais um simbolismo da Irmandade.

A partir dai surgiu o nome COLUMBIA. E por este motivo, a capital dos Estados Unidos da América, Washington está concentrado no Distrito de Columbia.




























*Porque tem tanta mulher se vestindo de "Mulher Maravilha"?

Virou um modismo isso. Até no facebook, fizeram uma campanha (muito boa diga-se) contra a pedofilia, no qual os participantes mudam suas fotos no perfil colocando um desenho animado. A questão aqui tratada não é a campanha, mas sim a personagem Mulher Maravilha, como vocês puderam ver acima. Veja a história da Mulher Maravilha em Wikipédia.

Se você é cristã, abra os olhos, porque a Mulher Maravilha é um demônio!

Paz!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Super Vulcões! Parte 2.






Um supervulcão refere-se a um vulcão que produz os maiores e mais volumosos tipos de erupções na Terra; são vulcões com potencial de gerar catástrofes globais e extinção em massa; entretanto o volume total de magma expelido dessas erupções variam.

O termo foi originalmente cunhado pelos produtores do programa científico popular da BBC, Horizon, em 2000 para se referir a esses tipos de erupções. Essa investigação trouxe o assunto ao público, levando a estudos mais aprofundados dos possíveis efeitos.

A princípio, supervulcão não era um termo técnico utilizado em vulcanologia, mas mais recentemente, desde 2003 e 2004, o termo tem sido usado em artigos. Embora não exista nenhuma definição exata do tamanho mínimo para um "supervulcão", existem pelo menos dois tipos de erupção vulcânica que tem sido identificadas como supervulcão: erupções massivas e grandes províncias eruptivas, que provocaram mudanças radicais no clima mundial, estando provavelmente associado a grandes extinções.

Análises geológicas e por satélite demonstraram que os supervulcões formam grandes caldeiras, que após a explosão se parecem mais como crateras; ao contrário dos vulcões comuns que possuem normalmente domo em forma de cone devido ao acúmulo gradativo de lava expelida pelo topo.

As crateras formadas por supervulcões são enormes e podem ter algumas dezenas de quilometros de extensão, algumas sendo percebidas apenas por imagens de satélite. Tais crateras se formaram após grandes explosões que ejetaram na forma de cinzas vulcânicas volumes de até milhares de km3 de rocha derretida. Após a explosão e liberação do magma, o topo da caldeira normalmente colapsa, formando uma cratera gigantesca.


Supervulcões conhecidos

Super Vulcões! Parte 1.

Sob o Parque Nacional de Yellowstone, uma monstruosa coluna de rocha aquecida está provocando tremores de terra. No passado remoto aconteceram gigantescas erupções vulcânicas. E ninguém sabe se elas podem voltar a ocorrer.


Em 29 de agosto de 1870, Gustavus Doane, um tenente do Exército americano de 30 anos, membro de uma expedição que explorava a região de Yellowstone, subiu com dificuldade até o topo do monte Washburn. As únicas outras elevações visíveis estavam a quilômetros de distância, formando parênteses em volta de uma imensa bacia tomada por florestas. Para Doane, só tinha uma explicação para esse vazio. "A enorme bacia", escreveu, "havia sido uma vasta cratera de um vulcão hoje extinto."

O tenente estava certo: Yellowstone é um vulcão, mas não um qualquer. O mais antigo parque nacional dos Estados Unidos está situado sobre um dos maiores vulcões do planeta. Por outro lado, Doane equivocou-se quanto a um aspecto crucial: esse vulcão não está extinto.

Existem vulcões - e há os supervulcões. Esta última categoria ainda não tem definição consensual - o termo foi popularizado por um documentário transmitido pela BBC em 2000 -, mas alguns cientistas o empregam para designar erupções excepcionalmente violentas e volumosas. O U.S. Geological Survey (USGS) usa o termo para se referir a qualquer erupção em que sejam lançados mais de 1 milhão de metros cúbicos de pedra-pomes e cinza no decorrer de um único evento - ou seja, 50 vezes a do vulcão Krakatoa em 1883, na qual morreram mais de 36 mil pessoas. Uma explosão vulcânica mata plantas e animais em um raio de quilômetros; já os supervulcões, quando entram em atividade, são capazes de provocar a extinção de espécies, pois modificam o clima em todo o planeta.

Não há registro de nenhuma dessas supererupções na história humana, mas os geólogos fazem uma ideia de como elas seriam. Primeiro, uma coluna de calor ascende das profundezas do planeta e funde as rochas logo abaixo da crosta terrestre, criando uma imensa câmara repleta de uma mescla pressurizada de magma, rocha semissólida, vapor d'água dissolvido, dióxido de carbono e outros gases. À medida que o magma se acumula na câmara no decorrer de milhares de anos, o terreno acima começa a ficar abaulado, centímetro por centímetro. Surgem então fraturas na beirada da abóboda. Quando a pressão na câmara magmática é liberada através dessas fraturas, os gases dissolvidos explodem em uma reação em cadeia. É como "abrir uma garrafa de Coca-Cola depois de sacudi-la", diz o cientista Bob Christiansen, do USGS, um dos primeiros a pesquisar o supervulcão, na década de 1960. Assim que a câmara magmática se esvazia, a superfície sofre um colapso. Toda a área da abóbada afunda no interior do planeta, como se a Terra estivesse devorando a si mesma. O resultado final é uma gigantesca caldeira vulcânica.

A "área de calor" responsável pela caldeira de Yellowstone já provocou dezenas de erupções durante os últimos 18 milhões de anos. Como a área se estende até as profundezas, e a placa tectônica sobre ela está se movendo para sudoeste, as caldeiras remanescentes de explosões mais antigas se enfileiram como um colar de contas.

As três últimas supererupções ocorreram no próprio Yellowstone. A mais recente, 640 mil anos atrás. Segundo os cálculos dos cientistas, a coluna de cinza ergueu-se a 30 mil metros, lançando uma camada de detritos pelo oeste americano até o golfo do México. Os fluxos piroclásticos - uma fluida massa densa e letal composta de cinza, rocha e gás superaquecidos a 800°C - moveram-se pela paisagem como imensas nuvens cinzentas. Tais nuvens cobriram vales inteiros com uma camada de centenas de metros de material tão quente e pesado que se consolidou como asfalto sobre a paisagem antes verdejante. E essa não foi a explosão mais violenta do Yellowstone. Há 2,1 milhões de anos ocorreu ali uma erupção duas vezes mais forte, que criou uma caldeira de 4 mil quilômetros quadrados. Entre uma outra, 1,3 milhão de anos atrás, houve uma terceira erupção - menor, mas ainda assim devastadora.

Em todas essas ocasiões, os efeitos foram sentidos no planeta inteiro. Os gases que se elevavam até a estratosfera teriam se mesclado ao vapor d'água, criando uma fina névoa de aerossóis de sulfato que bloqueou a luz do sol, mergulhando a Terra em um "inverno vulcânico" que durou anos. De acordo com pesquisadores, o DNA humano talvez guarde sinais de uma catástrofe assim, ocorrida há cerca de 74 mil anos, quando se deu a erupção do Toba, um supervulcão na Indonésia. O subsequente inverno vulcânico pode ter contribuído para um período de resfriamento global que reduziu a população a alguns milhares de indivíduos - por muito pouco não extinguiu a espécie humana.
Apesar de sua violência, restaram apenas débeis sinais da atividade dos supervulcões. A caldeira de Yelowstone sofreu erosão, foi preenchida com fluxos de lava e cinza oriundos de erupções menores (das quais a mais recente foi há 70 mil anos) e em seguida foi nivelada por geleiras. Florestas tranquilas recobriram as cicatrizes restantes. Esses efeitos tornam quase impossível detectar qualquer sinal, a menos que se tenha bom olho, como era o caso do tenente Doane, ou que se seja alertado por um geólogo.

"Vemos dois terços da caldeira", diz o geofísico Bob Smith. "As dimensões dela são tão grandes que é difícil ter uma ideia precisa." Nós estamos acima do lago Butte, em um mirador no leste do lago Yellowstone, um dos melhores pontos para se ver a caldeira. Mas eu não percebo nada. Vejo o lago se estender por quilômetros abaixo de nós e alguns morros ao norte - antigos domos de lava. Mas não consigo visualizar os limites da caldeira, pois grande parte dela está sob o lago, e também em função de sua enorme escala - com uns 72 quilômetros de diâmetro. Tal como Doane no topo do monte Washburn, diviso apenas longínquos morros de uma e de outra banda no horizonte e, entre eles, a oeste, as "não montanhas", o espaço vazio em que o terreno afundou no período de apenas alguns dias.

Mesmo assim, os efeitos das erupções passadas marcaram o presente. Os pinheiros Pinuscontorta que predominam nas matas estão adaptados a solos com poucos nutrientes, como os da caldeira do parque. As trutas que pululam nos rios não seriam tão abundantes sem os efeitos de aquecimento proporcionados pelas fontes hidrotermais no leito do gélido lago Yellowstone. O parque está repleto de gêiseres, fumarolas, domos de lama. Metade dos gêiseres do planeta está em Yellowstone.

Mesmo com essa "ebulição gasosa muito violenta", como anotou um dos primeiros exploradores, o vulcão havia muito tempo era considerado extinto ou ao menos estava agonizante. Na verdade, após os levantamentos do governo americano no fim do século 19, o tema permaneceu discreto por décadas. Aí, no fim dos anos 1950, um jovem cientista, Francis Boyd, mais conhecido como Joe Boyd, ficou intrigado com a presença de tufo fundido - uma espessa camada de cinza aquecida e compactada -, que lhe pareceu um indício de fluxos piroclásticos ocasionados por uma erupção vulcânica recente.
Em 1965, Bob Christiansen topou com outro tufo fundido e, um ano depois, ele e seus colegas identificaram um terceiro. Empregando uma técnica de datação baseada em potássio-argônio, descobriram que os três tufos haviam sido produzidos por erupções distintas. Cada uma delas criou uma caldeira, com a erupção mais recente ocultando quase todos os sinais das anteriores.

Então, em 1973, quando Bob Smith e um colega faziam pesquisas na ilha Peale, no braço sul do lago Yellowstone, Smith notou que algumas árvores na margem do lago estavam parcialmente submersas e agonizantes. Ele já havia trabalhado na área em 1956 e contava usar o mesmo ancoradouro que lhe servira anteriormente. Mas o ancoradouro também estava submerso.

Intrigado, Smith começou a buscar os marcos que os funcionários do parque haviam colocado em vários caminhos desde 1923. Seu levantamento revelou que o vale Hayden, sobre a caldeira ao norte do lago, havia se erguido 75 centímetros nessas décadas. Mas o mesmo não havia ocorrido com a extremidade inferior do lago. Na verdade, a parte norte havia se alçado, provocando aumento no nível da água na parte oposta do lago. O terreno subjacente estava se abaulando. O vulcão estava ativo.
Smith divulgou suas conclusões em 1979, referindo-se a Yellowstone como uma "caldeira viva e resfolegante". Aí, em 1985, após tremores quase todos ínfimos, o terreno voltou a afundar. Smith foi obrigado a modificar sua metáfora: agora, Yellowstone era uma "caldeira viva, resfolegante e vibrante".

Desde então, Smith e seus colegas foram, pouco a pouco, estudando as proporções e o potencial do sistema vulcânico. A água da superfície infiltra-se por vários quilômetros da crosta, é aquecida, ferve e retorna, dando origem a gêiseres e fumarolas. Entre 8 e 10 quilômetros de profundidade está o topo da câmara magmática, um reservatório de rocha fundida que mede uns 50 quilômetros. O magma basáltico é contido no interior da câmara por uma camada superior de magma riolítico mais denso, o qual flutua sobre o basalto líquido como a gordura no leite. Examinando o modo como as ondas sonoras emitidas por terremotos se propagam através de rochas profundas com densidade variável, os cientistas descobriram que a câmara magmática é abastecida por uma coluna de rocha aquecida que se eleva desde o manto superior da Terra, está inclinada 60° para o noroeste em sua parte inferior, e com uma base situada 650 quilômetros abaixo da superfície. Quando a coluna transmite mais calor para a câmara, há um soerguimento do terreno. Os pequenos tremores permitem que os fluidos hidrotermais escapem para a superfície, aliviando a pressão no interior da câmara, ocasionando de novo o afundamento do solo. Depois do enxame de tremores em 1985, Yellowstone afundou 20 centímetros em uma década. Em seguida voltou a erguer-se. Desde 2004, partes da caldeira alçaram-se a um ritmo de 8 centímetros por ano, na maior velocidade registrada desde o início das observações, nos anos 1970. A superfície continua a elevar-se, apesar de novos tremores, que se estenderam por 11 dias no fim de 2008, desencadeando uma onda de rumores apocalípticos na internet.
"A caldeira está inquieta", diz Smith. "O resultado de todos os ciclos será uma quantidade de magma suficiente para uma erupção. O problema é que não sabemos como são esses ciclos." Aí surge a questão: o supervulcão estaria prestes a explodir de novo? As possibilidades de uma erupção total, formadora de nova caldeira - um cataclismo que poderia provocar milhares de vítimas e lançar a Terra em um inverno vulcânico -, são incalculáveis. Agora aposentado, Bob Christiansen acha que o supervulcão está sob controle. Durante boa parte de sua história, a área de calor de Yellowstone formou caldeiras na fina crosta do oeste dos Estados Unidos. Mas agora a área de calor está localizada sob a crosta bem mais espessa das Montanhas Rochosas.

"O sistema está mais ou menos em equilíbrio", diz Christiansen, que faz questão de acrescentar: "Mas isso não passa de uma opinião".

Fonte: National Geographic Brasil.

JESUS VEM !!!

KRAKATAU TAMBORA



APOCALPSE JÁ!


“E o segundo anjo tocou a trombeta; e foi lançada no mar uma coisa como um grande monte ardendo em fogo, e tornou-se em sangue a terça parte do mar. E morreu a terça parte das criaturas que tinham vida no mar; e perdeu-se a terça parte das naus. Apocalipse 8:8-9”

EIS AÍ DOIS MONSTROS ADORMECIDOS QUE PODEM DESPERTAR A QUALQUER MOMENTO, SEUS EFEITOS SERÃO DEVASTADORES PARA A HUMANIDADE.


TAMBORA- A explosão foi ouvida na ilha de Samatra (a mais de 2000 km distante). Pesada queda de cinza vulcânica foi observada em locais distantes como nas ilhas de Bornéu, Celebes, Java e Ilhas Malucas. A atividade começou três anos antes, de uma forma moderada, seguindo-se a enorme explosão que lançou material a uma altura de 33 km, que, no entanto, ainda não foi o ponto culminante da actividade. Cinco dias depois, houve material eruptivo lançado a 44 km de altura, escurecendo o céu num raio de 500 km durante três dias e matando cerca de 60.000 pessoas, havendo estimativas de 71.000 mortos, das quais de 11 a 12 mil mortas diretamente pela erupção;[3] a frequentemente citada estimativa de 92.000 mortos é considerada superestimada.[6] A erupção criou anomalias cimáticas globais. Não houve verão no hemisfério norte em consequência da erupção, o que provocou a morte de milhares de pessoas devido a falta de alimento com registros estatísticos confiáveis especialmente na europa, passando o ano de 1816 a ser conhecido como Ano Sem Verão. Culturas agrícolas colapsaram e gado morreu, resultando na pior fome do século XIX.

KRAKATAU- A sucessão de erupções e explosões durou 22 horas e o saldo foi de mais de 37 mil mortos. Sua explosão atirou pedras a aproximadamente 27 km de altitude e o som da grande última explosão foi ouvida a cinco mil quilômetros, na ilha de Rodrigues, tendo os habitantes ficado surpresos com o estrondo, supondo significar uma batalha naval. Os barógrafos de Bogotá (próximo à antípoda do local da explosão) e Washington enlouqueceram. O barulho chegou também até Austrália, Filipinas e Índia.[4]Acredita-se que o som da última grande explosão foi o mais intenso já ouvido na face da Terra e reverberou pelo planeta ao longo de nove dias. Todos os que se encontravam em um raio de 15 km do vulcão tiveram seus tímpanos rompidos e ficaram surdos.Os efeitos atmosféricos da catástrofe, como poeira e cinzas circundando o globo, causaram estranhas transformações na Terra, como súbita queda de temperatura e transformações no nascer e pôr do Sol por aproximadamente 18 meses e levando até anos para voltar ao normal. Todas as formas de vida animal e vegetal da ilha foram destruídas. Por causa das explosões, vários tsunamis ocorreram em diversos pontos do planeta. Perto das ilhas de Java e Sumatra, as ondas chegaram a mais de 40 metros de altura.







terça-feira, 4 de outubro de 2011

Golfo do México: Será que foi acidente?!



Enquanto o Barack Obama faz o joguinho dele, indo à público para dizer que a BP terá de pagar por todo o dano causado pelo vazamento de petróleo, além de assumir o compromisso de reconstruir as regiões afetadas, alguns cientistas estão se pronunciando em um tom completamente destoante do governo americano.


Ainda que os autores do artigo não tenham se identificado, uma vez que as agências americanas e a BP, corporação Illuminati, estão fazendo toda a pressão possível para que somente dados manipulados tornem-se públicos, vale muito à pena conhecer o ponto de vista apresentado pelo Dr. James P. Wickstrom, que, além de ser bastante coerente (para minha interpretação de leigo no assunto), apresenta um panorama totalmente novo – e infelizmente, bem mais aterrador – para o que já é o maior desastre causado pelo homem em toda nossa história conhecida.


Em síntese, eis o que realmente estaria acontecendo:


O petróleo jorra a uma pressão altíssima (70.000 psi) através da crosta terrestre e libera entre 80 e 100 mil barris por dia.


O fluxo de petróleo e gases tóxicos está liberando também rochas e areia, o que faz com que o fluxo cria um efeito de jato de areia no dispositivo que está na cabeça do poço, que efetivamente está aborsorvendo uma pequena parte do petróleo que está vazando.


À medida que a cabeça do poço se desgasta, graças ao constante jateamento de areia e pedras, um fluxo maior ainda é liberado. Mesmo que a BP seja capaz de colocar um sifão para escoar o petróleo como afirmam querer fazer, isso não será totalmente possível, pois a cabeça do poço está ficando mais larga à medida que a pressão causa a erosão das bordas e do dispositivo.


A tubulação da cabeça do poço tinha originalmente duas polegadas de diâmetro. Agora, ela pode ter menos de uma polegada e se desgasta ainda mais com o passar dos dias. O petróleo já alcançou a Corrente do Golfo e está penetrando na corrente oceânica, que é pelo menos quatro vezes mais forte que a Corrente do Golfo. Isso significa que todo esse petróleo pode alcançar todos os oceanos do planeta em apenas 18 meses.


O petróleo, juntamente com os gases, incluindo o benzeno e outras toxinas, está eliminando o oxigênio da água, o que está aniquilando todos os tipos de vidas oceânicas nas regiões afetadas. Além disso, há o petróleo que chega às costas, que causará danos ainda mais terríveis para os habitantes terrestres.


Com a situação atual exposta, chega o momento das expectativas:


Em algum momento, o buraco escavado na terra por baixo da cabeça do poço ficará tão grande e frágil, que a intensa pressão empurrará a cabeça do poço para cima, permitindo a total fuga do petróleo, sem restrição alguma.


O buraco continuará aumentando em tamanho e permitindo que mais e mais petróleo escape para o Golfo do México. Depois que forem liberados alguns bilhões de barris no mar, a pressão dentro do enorme buraco por baixo do solo oceânico começará a estabilizar.


Isso permitirá que a água, que está sob intensa pressão a 1600 metros de profundidade, penetre no buraco e na cavidade onde se encontrava o petróleo que foi liberado. A temperatura nessa profundidade é de aproximadamente 400 graus Celsius, possivelmente mais.


Nessa temperatura, a água se vaporizará e voltará à corrente, criando uma força colossal, que levantará o solo do Golfo. É difícil calcular a quantidade de água que se deslocará pela coluna e pela cavidade, não sendo então possível calcular exatamente o desnível que o solo marinho sofrerá.


De qualquer modo, o deslocamento criará um tsunami com ondas entre 6 e 24 metros. O solo marinho, agora revirado, cairá sobre a câmara – já sem óleo e sem água super pressurizada. Dessa forma, a natureza selará o buraco.


Mas isso é no mar… Dependendo da altura do tsunami, os restos do oceano, do petróleo e das estruturas existentes que serão arrastadas pelo interior da costa – um perímetro entre 80 e 300 quilômetros desaparecerá completamente. Mesmo que os escombros sejam retirados e toda a área atigida, limpa, os contaminantes que permanecerão no solo e na água tornarão a região impopulável por um número de anos ainda desconhecido.


Fonte: Tom Buyea FL News Service. A Global Research originalmente publicou o artigo, mas não está mais disponível. Informe-se sobre o Dr. Wickstrom .


Ah, só mais um lembrete: O desastre ambiental causado por vazamento de petróleo também já havia sido descrito no game Illuminati: New World Order.







Extraído.




PREPARE-SE!!!
Esta é uma imagem real, estas pessoas só estavam aí porque não estavam esperando estas ondas gigantes que arrasaram o Japão.



“Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobre-virá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão. “
1 Tessalonicenses 5:3

domingo, 2 de outubro de 2011

ALERTA!!!




















Imagem: Imagem de radar do 2005YU55
Globo.com
G1
Grande asteroide passará 'raspando' pela Terra em novembro.

É a 1ª vez que se prevê passagem tão próxima do planeta por objeto descrito pela Nasa como 'potencialmente perigoso'.



BBC



Um grande asteroide vai passar 'raspando' pela Terra em novembro deste ano, informou a Nasa, a agência espacial americana.



Embora o asteroide 2005 YU55 tenha sido classificado como um objeto potencialmente perigoso, os especialistas dizem que não há riscos de que ele colida com a Terra nos próximos cem anos.



Esta é a primeira vez que cientistas preveem a passagem tão próxima à Terra de um objeto desse tamanho.



A Nasa informou que um evento como esse não deve se repetir até 2028, quando o asteroide (153814) 2001 WN5 deve passar a uma distância ainda menor do nosso planeta.Identificado em 2005 pelo astrônomo Robert McMilan, do Spacewatch Program, em Tucson, no Estado do Arizona (EUA), o asteroide 2005 YU55 vai passar a uma distância de 323 mil km da Terra.



*Observação:


cerca de 400 metros de diâmetro, ele poderá ser visto por meio de telescópios relativamente pequenos. O melhor momento para tentar observá-lo, segundo a Nasa, será na noite de 8 de novembro, depois das 21h na zona do Atlântico leste e oeste africano. Mas não será fácil acompanhar sua trajetória, já que o asteroide estará se movendo em alta velocidade.


Segundo descrições, trata-se de um objeto muito escuro, de forma esférica.


Os astrônomos pretendem aproveitar a oportunidade para estudar a rotação do asteroide e determinar a aspereza de sua superfície e sua composição mineral.


Veja que o globo coloca a palavra raspando em parêntese, PORQUE SERÁ?