sábado, 5 de novembro de 2011

Porque o Cristograma de Constantino é usado pelos Papas e pela Igreja Católica?


Porque o Cristograma de Constantino é usado pelos Papas e pela Igreja Católica?


Cristograma é um tipo de monograma criado pelo imperador romano Constantino para simbolizar o cristianismo, pois antes somente as figuras do peixee da cruz tinha essa representação. Os símbolos S, O, G, I, PX sobrepostos formam um cristograma, pois as letras gregas XP (Chi-Rho, são as primeiras duas letras de Χριστός, "Cristo").

Os cristogramas eram empregados pelos cristãos antigos em moedas, lábaros, espadas, escudos, vestes, pinturas, esculturas e outros.


Vamos ver abaixo, quem era Constantino.

Constantino I, também conhecido como Constantino Magno ou Constantino, o Grande (em latim Flavius Valerius Constantinus;Naissus, 272 — 22 de maio de 337), foi um imperador romano, proclamado augusto pelas suas tropas em 25 de julho de 306 e governou uma porção crescente do Império Romano até a sua morte.

Nascido em Naissus, na Mésia (actual Niš na Sérvia), filho de Constâncio Cloro (ou Constâncio I Cloro) e da filha de um casal de donos de uma albergaria na Bitínia, Helena de Constantinopla, Constantino teve uma boa educação — especialmente por ser filho de uma mulher de língua grega e haver vivido no Oriente grego, o que facilitou-lhe o acesso à cultura bilíngue própria da elite romana — e serviu no tribunal de Diocleciano depois do seu pai ter sido nomeado um dos dois césares, na altura um imperador júnior, na Tetrarquia em 293. Embora sua condição junto a Diocleciano fosse em parte a de um refém, Constantino serviu nas campanhas do césar Galério e de Diocleciano contra os Sassânidas e os sármatas. Quando da abdicação conjunta de Diocleciano e Maximiano em 305, Constâncio seria proclamado augusto, mas Constantino seria descartado como césar em proveito de Flávio Severo (também conhecido modernamente como Severo II, título que jamais usou, para não ser confundido com o grande imperador do século anterior, Septímio Severo).

Pouco antes da morte de seu pai, em 25 de julho de 306, Constantino conseguiu a permissão de Galério para reunir-se a ele no Ocidente, chegando a fazer uma campanha juntamente com Constâncio Cloro contra os pictos, estando junto do leito de morte do seu pai em Eburacum (atual York) na Britânia, o que lhe permitiu impor o princípio da hereditariedade em seu proveito, proclamando-se "césar" e sendo reconhecido como tal por Galério, então feito "augusto" do Oriente. Desde o início de seu reinado, assim, Constantino tinha o controle da Britânia,Gália, Germânia e Hispânia, com sua capital emTrier, cidade que fez embelezar e fortificar.

Nos dezoito anos seguintes, combateu uma série de batalhas e guerras que o fizeram o governador supremo do Império Romano. Como Maximiano desejava retomar sua posição de augusto, da qual havia-se afastado a contragosto junto com Diocleciano, Constantino recebeu-o na sua corte e aliou-se a ele por um casamento em 307 com a filha de sete anos de Maximiano, Fausta, o que lhe permitiu ser reconhecido tacitamente como augusto em 308 por Galério, numa conferência dos tetrarcas em Carnuntum (atual Petronell-Carnuntum na Áustria). Em 309, no entanto, Constantino enfrentaria seu sogro, que tentava recuperar abertamente o poder, capturando-o em Marselha e fazendo assassiná-lo. Em 310, Constantino seria formalmente reconhecido como Augusto por Galério. Severo havendo sido entrementes eliminado, em 307, por Magêncio, filho de Maximiano que havia-se proclamado imperador em Roma, Constantino deveria acabar por enfrentrar seu cunhado para conseguir o domínio completo do Ocidente romano. Após uma série de mediações fracassadas e lutas confusas, Constantino, após apoiar o usurpador africano Lúcio Domício Alexandre, cortando o suprimento de trigo de Roma, de 308 a 309, desceu em 312 até a Itália para eliminar Magêncio.

Essas guerras civis constantes e prolongadas fizeram de Constantino, antes de mais nada, um reformador militar, que, para aumentar o número de tropas a sua disposição imediata, constituiu o cortejo militar do imperador (comitatus) num corpo de tropas de elite autosuficiente - um verdadeiro exército de campanha — principalmente pelo recrutamento de grande número de germanos que se apresentavam ao exército romano nos termos de diversos tratados de paz, a começar pelo chefe dos alamanos Chrocus, que teve um papel decisivo na aclamação de Constantino como Augusto.

Ele e o fato de Constantino ser um imperador de legitimidade duvidosa foi algo que sempre influiu nas suas preocupações religiosas e ideológicas: enquanto esteve diretamente ligado a Maximiano, ele apresentou-se como o protegido de Hércules, deus que havia sido apresentado como padroeiro de Maximiano na primeira tetrarquia. Ao romper com seu sogro e eliminá-lo, Constantino passou a colocar-se sob a proteção da divindade padroeira dos imperadores-soldados do século anterior, Deus Sol Invicto, ao mesmo tempo que fez circular uma ficção genealógica (um panegírico da época, para disfarçar a óbvia invenção, falava, dirigindo-se retoricamente ao próprio Constantino, que se tratava de fato "ignorado pela multidão, mas perfeitamente conhecido pelos que te amam") pela qual ele seria o descendente do imperador Cláudio II — ou Cláudio Gótico — conhecido pelas suas grandes vitórias militares, por haver restabelecido a disciplina no exército romano, e por ter estimulado o culto ao Sol.

Constantino acabou, no entanto, por entrar na História como primeiro imperador romano a professar o cristianismo, na seqüência da sua vitória sobre Magêncio na Batalha da Ponte Mílvio, em 28 de outubro de 312, perto de Roma, que ele mais tarde atribuiu ao Deus cristão. Segundo a tradição, na noite anterior à batalha sonhou com uma cruz, e nela estava escrito em latim:

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In hoc signo vinces”

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— "Sob este símbolo vencerás"

De manhã, um pouco antes da batalha, mandou que pintassem uma cruz nos escudos dos soldados e conseguiu uma vitória esmagadora sobre o inimigo. Esta narrativa tradicional não é hoje considerada um fato histórico, tratando-se antes da fusão de duas narrativas de fatos diversos encontrados na biografia de Constantino pelo bispo Eusébio de Cesareia.

No entanto, é certo que Constantino era atraído, enquanto homem de Estado, pela religiosidade e pelas práticas piedosas — ainda que se tratasse da piedade ritual do paganismo: osenado, ao erguer em honra a Constantino o seu arco do triunfo, o Arco de Constantino, fez inscrever sobre este que sua vitória devia-se à "inspiração da divindade"(instinctu divinitatis mentis), o que certamente ia ao encontro das ideias do próprio imperador. Até um período muito tardio de seu reinado, no entanto, Constantino não abandonou claramente sua adoração com relação ao deus imperial Sol, que manteve como símbolo principal em suas moedas até 315.

Só após 317 é que ele passou a adotar clara e principalmente lemas e símbolos cristãos, como o "chi-rô", emblema que combinava as duas primeiras letras gregas do nome de Cristo ("X" e "P" superpostos). No entanto, já quando da sua entrada solene em Roma em 312, Constantino recusou-se a subir ao Capitólio para oferecer culto a Júpiter, atitude que repetiria nas suas duas outras visitas solenes à antiga capital para a comemoração dos jubileus do seu reinado, em 315 e 326.

A sua adoção do cristianismo pode também ser resultado de influência familiar. Helena, com grande probabilidade, havia nascido cristã e demonstrou grande piedade no fim da sua vida, quando realizou uma peregrinação à Terra Santa, localizou em Jerusalém uma cruz que foi tida como a Vera Cruz e ordenou a construção da Igreja do Santo Sepulcro, substituindo o templo a Afrodite que havia sido instalado no local — tido como o do sepultamento de Cristo — pelo imperador Adriano.

Mas apesar de seu batismo, há dúvidas se realmente ele se tornou cristão. A Enciclopédia Católica afirma: "Constantino favoreceu de modo igual ambas as religiões. Como sumo pontífice ele velou pela adoração pagã e protegeu seus direitos." E a Enciclopédia Hídria observa: "Constantino nunca se tornou cristão". No dia anterior ao da sua morte, Constantino fizera um sacrifício a Zeus, e até o último dia usou o título pagão de Sumo Pontífice. E, de fato, Constantino, até o dia da sua morte, não havendo sido batizado, não participou de qualquer ato litúrgico, como a missa ou a eucaristia. No entanto, era uma prática comum na época retardar o batismo, que era suposto oferecer a absolvição a todos os pecados anteriores — e Constantino, por força do seu ofício de imperador, pode ter percebido que suas oportunidades de pecar eram grandes e não desejou "desperdiçar" a eficácia absolutória do batismo antes de haver chegado ao fim da vida.

Qualquer que tenha sido a fé individual de Constantino, o fato é que ele educou seus filhos no cristianismo, associou a sua dinastia a esta religião, e deu-lhe uma presença institucional no Estado romano (a partir de Constantino, o tribunal do bispo local, a episcopalis audientia, podia ser escolhida pelas partes de um processo como tribunal arbitral em lugar do tribunal da cidade). E quanto às suas profissões de fé pública, num édito do início de seu reinado, em que garantia liberdade religiosa, ele tratava os pagãos com desdém, declarando que lhes era concedido celebrar "os ritos de uma velha superstição".

Esta clara associação da casa imperial ao Cristianismo criou uma situação equívoca, já que o cristianismo tornou-se a religião "pessoal" dos imperadores, que, no entanto, ainda deveriam regular o exercício do paganismo — o que, para um cristão, significava transigir com a idolatria. O paganismo retinha ainda grande força política — especialmente entre as elites educadas do Ocidente do império — situação que só seria resolvida por um imperador posterior, Graciano, que renunciaria ao cargo de Sumo Pontífice em 379 — sendo assassinado quatro anos depois por um usurpador, Máximo. Somente após a eliminação de Máximo e de outro usurpador pagão, Eugênio, por Teodósio I é que o cristianismo tornar-se-ia a única religião legal (395).

O imperador romano Constantino influenciou em grande parte na inclusão na igreja cristã de dogmas baseados em tradições. Uma das mais conhecidas foi o Édito de Constantino, promulgado em 321, que determinou oficialmente o domingo como dia de repouso, com exceção dos lavradores — medida tomada por Constantino utilizando-se da sua prerrogativa de, como Sumo Pontífice, de fixar o calendário das festas religiosas, dos dias fastos e nefastos (o trabalho sendo proibido durantes estes últimos). Note-se que o domingo foi escolhido como dia de repouso, não apenas em função da tradição sabática judaico-cristã, como também por ser o "dia do Sol" — uma reminiscência do culto de Sol Invictus.


Sabendo que o imperador Constantino era pagão, porque sua insígnia esta no túmulo do Papa João Paulo II?


Fonte: Wikipédia

sexta-feira, 4 de novembro de 2011


Satanás disse: "Eu não tenho nada a perder..."

Realmente, ele e os demônios, nada tem a perder, porque o que eles tinham, foi perdido há

muito tempo atrás, quando se rebelaram contra Deus!

Mas, vocês, ainda tem a oportunidade de se converterem e se arrependerem. Porque o diabo

fará de tudo para tirar de vocês a oportunidade de se voltarem para o lado de Cristo,e com

isso serem salvos.

Lembrem-se: para nós, ainda há esperança! Para Satanás e os demônios, não há perdão!

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Arrebatamento!!! Vamos?


NOVE RAZÕES PODEROSAS PARA CRER NO ARREBATAMENTO PRÉ-TRIB.

Que estas possam convencer os cristãos que mais duvidam do Arrebatamento pré-trib. O clima espiritual, político, econômico e ambientalista do mundo atual está seguindo rapidamente a rota da Grande Tribulação. Este período de sete anos não poderá ter início, antes do Filho de Deus arrebatar a Sua Noiva. Tentaremos mostrar nove princípios bíblicos poderosos e claros para que o Arrebatamento pré-trib aconteça. Somente depois que estas coisas acontecerem é que a Grande Tribulação vai chegar, quando a porta for aberta, Satanás for atirado à Terra e... “Ai dos que habitam na Terra e do mar!” (Apocalipse 12:12).
Satanás ficará livre para agir, quando a Noiva de Cristo for removida, e, então, ele poderá revelar o seu Anticristo. A palavra “Arrebatamento” é “Rapture” em Inglês e vem da palavra grega “Harposia”, sendo um termo carinhoso no que se refere ao amor de Cristo pela Sua Noiva. Vejamos as razões para o Arrebatamento:
1. - Ele se encaixa na precedência bíblica do julgamento divino contra os ímpios, conforme o Salmo 37:5: “Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará”. Davi deixa claro que o nosso grande Deus jamais iria negar 6.000 anos de história e julgar a Sua igreja do mesmo modo terrível como julgará os ímpios, uma injustiça que não se encaixa no Seu caráter divino.
Quando veio o dilúvio mundial, antes do qual o mundo pagão debochava do justo Noé e de sua família, Noé achou graça diante do Senhor e foi salvo das águas, junto com a sua família. Hoje, a nossa ARCA é Cristo.
2. - Sodoma e Gomorra haviam descido ao mais repugnante nível de imoralidade sexual, quando Deus resolveu purificá-las através do fogo. Mas Ló e sua família (com exceção da esposa indecisa) foram salvos da destruição pelo fogo.
A igreja será julgada antes do mundo “Porque bem conhecemos aquele que disse: Minha é a vingança, eu darei a recompensa, diz o Senhor. E outra vez: O Senhor julgará o seu povo”. (Hebreus 10:30) e “Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus; e, se primeiro começa por nós, qual será o fim daqueles que são desobedientes ao evangelho de Deus?” (1 Pedro 4:17). Em Lucas 12:48-b, lemos: “...ao que muito se lhe confiou, muito mais se lhe pedirá”. Mas, o julgamento da igreja será diferente do julgamento usado no Velho Testamento e deve acontecer antes do julgamento dos judeus e do mundo gentílico.
3. - A Noiva de Cristo deve ser-Lhe apresentada numa cerimônia exclusiva, separada de todos os outros eventos dos últimos dias. A Redenção é muitíssimo mais do que um simples seguro contra o fogo. A raiz e o fundamento do amor de Deus pelo mundo, quando enviou o Seu Filho unigênito, foi o de constituir uma família. Uma família unida enternece o coração do Senhor. O convite à salvação é um convite às Bodas da Ceia do Cordeiro, uma reunião de família. A adoração nos leva a celebrar uma relação familiar com o nosso Criador e Pastor espiritual, quando celebramos o Seu amor, até que possamos comparecer diante dEle. Por enquanto nós nos comportamos como uma virgem, com ansiedade pela hora das bodas, quando iremos ver a face do Noivo amado.
Em Mateus 25:1-13, lemos a história das dez virgens e, no último verso, esta admoestação: “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do homem há de vir”.
4. - Confiamos na Sua promessa de guardar a Noiva, no tempo da tribulação. Esta é uma garantia reservada exclusivamente aos filhos de Deus, adotados através de Cristo Jesus. O profeta Isaías fala dos episódios finais, referindo-se a Israel; junto com a nação judaica, os gentios foram abençoados com idênticas promessas. Leiamos Isaías 26:19-21: “Os teus mortos e também o meu cadáver viverão e ressuscitarão; despertai e exultai, os que habitais no pó, porque o teu orvalho será como o orvalho das ervas, e a terra lançará de si os mortos. Vai, pois, povo meu, entra nos teus quartos, e fecha as tuas portas sobre ti; esconde-te só por um momento, até que passe a ira. Porque eis que o SENHOR sairá do seu lugar, para castigar os moradores da terra, por causa da sua iniqüidade, e a terra descobrirá o seu sangue, e não encobrirá mais os seu mortos”.
5. - O Arrebatamento Pré-Trib - é a única explicação razoável para o fato de que alguns serão levados e outros deixados para trás. Nenhuma outra explicação podemos ter para Mateus 24, no qual vemos a exclusão de pessoas não preparadas para o evento. Jesus admoestou sobre a rapidez do acontecimento, cujo dia Ele afirmou que somente o Pai conhecia, citando a semelhança com os dias de Noé: “Então, estando dois no campo, será levado um, e deixado o outro; Estando duas moendo no moinho, será levada uma, e deixada outra. Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor. Então, estando dois no campo, será levado um, e deixado o outro”. (Mateus 24:40-42).
Tentar diluir os ensinos do Senhor, como tem acontecido nas novas versões da Bíblia, é demonstrar desprezo pela verdade. Portanto, trata-se de uma enorme arrogância religiosa. A palavra para “vinda” é “parousia”, referindo-se à vinda do Senhor somente para os crentes, num local e tempo específicos. Já a palavra “apokalupsis” - usada nos versos 30-31 do mesmo capítulo - significa “revelação”, ou seja, a revelação da assombrosa santidade e glória do Senhor. Esta palavra está relacionada com a Sua volta para enfrentar a Batalha do Armagedom, após a qual, Cristo estabelecerá o Seu Reinado de Mil anos.
6. - Ele admoesta sobre o dia em que virá despercebido pelo mundo, mas percebido pelos que O estão aguardando. Estes versos são cruciais para que se estabeleça a “grande esperança” da igreja. Em Lucas 21:34-36, lemos esta admoestação de Jesus aos Seus discípulos de todas as eras: “E olhai por vós, não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e venha sobre vós de improviso aquele dia. Porque virá como um laço sobre todos os que habitam na face de toda a terra. Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem”.
Se indagarmos a uma multidão que está na igreja, numa manhã de domingo, quantos crentes estão preparados para subir junto com o Senhor, dificilmente veremos mãos sinceramente levantadas. A maioria não terá ido aos estudos bíblicos semanais na igreja, tendo dado preferência às novelas e aos jogos da TV. A explicação para tal descaso com as coisas de Deus é que já estamos mergulhados na apostasia dos tempos finais e esquecemos a admoestação de Cristo, para que estejamos preparados.
Agora mesmo, Satanás está espalhando suas armadilhas de entretenimento (inclusive dentro da igreja), de prazer carnal e outras condenadas em Gálatas 5:19-21, para que nós, os cristãos, não olhemos “somente para Jesus, autor e consumador da nossa fé” (Hebreus 12:2) e nos embrenhemos nos cuidados do mundo. Satanás era o anjo mais inteligente que Deus tinha em Seu reino celestial e sabe usar a inteligência para encher o seu reino infernal de almas enganadas pela sua astúcia.
7. Um agricultor costuma estar atento, a fim de que sua colheita seja feita antes da chegada do inverno, aproveitando o verão. Um provérbio do sábio Salomão diz: “O que ajunta no verão é filho ajuizado, mas o que dorme na sega é filho que envergonha”.
Isaías 57:1-c nos ensina: ”O justo é levado antes do mal”. Nos versos 3-5 do mesmo capítulo, lemos esta admoestação aos que preferem gozar as delícias mundanas: “Mas chegai-vos aqui, vós os filhos da agoureira, descendência adulterina, e de prostituição. De quem fazeis o vosso passatempo? Contra quem escancarais a boca, e deitais para fora a língua? Porventura não sois filhos da transgressão, descendência da falsidade, Que vos inflamais com os deuses debaixo de toda a árvore verde, e sacrificais os filhos nos ribeiros, nas fendas dos penhascos?” Estes versos poderiam ser facilmente aplicados aos líderes da prosperidade, que vivem “profetizando” maravilhas aos seus seguidores. A “árvore verde” desses pregadores ambiciosos são as notas verdes de dólares, que eles enviam para os paraísos fiscais.
8. - A Escritura Sagrada afirma enfaticamente que o Anticristo não poderá ser revelado antes que o Espírito Santo seja retirado da Terra, onde Ele habita, nos corações dos cristãos verdadeiros. Leiamos o que Paulo ensinou na 2 Tessalonicenses 2:6-8: “E agora vós sabeis o que o detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado. Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que agora resiste até que do meio seja tirado; E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda”.
A presença do Espírito Santo funciona como uma barragem, impedindo que, com o rompimento da mesma, as águas poluídas de Satanás possam inundar o mundo, causando enorme destruição, com todos os tipos inimagináveis de desgraças físicas e espirituais...
Os novaerenses pregam a Era de Aquário, a qual bem poderia se encaixar no rompimento dessa barragem, inundando, com as águas rotas do pecado, os quatro cantos da Terra. Eles usam a expressão noutro sentido, mas Deus sabe o que ela realmente significa.
9. - A promessa do Senhor é clara. Ele vai arrebatar e encontrar os Seus amados nos ares. Paulo explica isto na 1 Tessalonicenses 4:16-18: “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras”.
Como vemos, o Senhor não vai nos mandar Gabriel nem Miguel, mas Ele mesmo vai nos “puxar para cima”! Satanás está em total prontidão com as suas hostes malignas (ele é o príncipe das potestades do ar), pronto para atacar os que dormem. Ele anseia pelo momento em que Apocalipse 12:12 se torne uma realidade e ele possa descer à Terra, para fazer um enorme estrago. Ele é o maior exemplo de sadismo espiritual que alguém possa imaginar.
Conclusão: - Os que amam e servem ao Senhor Jesus Cristo, como o Senhor e Salvador de suas vidas, serão arrebatados, antes que o TERROR DOS TERRORES seja deslanchado sobre este mundo pecaminoso. O Arrebatamento vai acontecer antes da Grande Tribulação e, neste evento, os cristãos que amam a Vinda do Senhor, estão confiantes. Alegremos-nos na salvação que Cristo nos deu e vamos trabalhar para arrebatar alguns do fogo!

Extraído: Mary Schultze

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

ARREBATAMENTO


Já demonstramos anteriormente a proposição de que a Bíblia é um li­vro profético. Já chamamos a atenção para o fato de que o Messias li­teralmente cumpriu 109 profecias do Antigo Testamento durante sua peregrinação na Terra sob o nome de Jesus. Falamos de como 25 dessas profecias foram cumpridas por meio desse homem num período de 24 horas. As probabilidades de algo como isso acontecer são de bilhões con­tra uma. Contudo, o Messias cumpriu todas as profecias que Lhe diziam respeito até o último detalhe. Há 845 citações do Antigo Testamento no Novo Testamento e, dessas, 333 referem-se ao Messias.
A vida do Messias foi certificada por não menos de 22 historiadores de sua época, como Tácito, Suetônio, Serapião, Phlegon, Lucien, Josefo. Muitos desses historiadores eram antagônicos em relação a ele, contudo registraram a vida dele com relatos circunstanciados. Josefo era um fa­moso general do exército asmoniano e célebre historiador do seu tempo. Não apenas registrou a vida de Jesus, mas na verdade, escreveu sobre a ressurreição. E Josefo não era cristão. Tal foi o impacto da vida, morte e ressurreição de Cristo que até mesmo historiadores seculares da época comprovaram suas obras.
De modo que a existência de Jesus é um fato histórico estabelecido. Nosso calendário atual começa com o nascimento dele. Recapitulando que esse homem caminhou sobre a Terra e cumpriu todas as profecias relativas à sua vida, qual é a próxima que deverá ocorrer? Bem, se a pri­meira vinda do Messias foi um tema importante das profecias do Antigo Testamento, sua segunda vinda será ainda mais importante. Pois há 20 vezes mais profecias no Antigo Testamento alusivas à segunda vinda do que relativas à primeira. Na verdade, sua volta é o segundo tópico mais mencionado em todas as profecias bíblicas.
Em suas Epístolas, Paulo menciona a segunda vinda 50 vezes, e con­tudo fala de batismo apenas 13 vezes. Vejamos primeiramente Atos dos Apóstolos e examinemos como o Messias partiu da Terra, quando ele ha­bitava entre nós como o homem chamado Jesus:

Ditas estas palavras, foi Jesus elevado às alturas, à vista deles, e uma nuvem o encobriu dos seus olhos.
Atos dos Apóstolos 1:9

Isso ocorreu no Monte das Oliveiras, não muito longe de Jerusalém. O Messias tinha acabado de dar instruções aos seus Apóstolos quando co­meçou a elevar-se da montanha numa nuvem. Atos dos Apóstolos des­creve o que ocorreu a seguir:

E, estando eles com os olhos fitos no Céu, enquanto Jesus subia, eis que dois varões vestidos de branco se puseram ao lado deles. E lhes disseram: "Homens da Galiléia, que estais aí a contemplar o céu?
Esse Jesus, que vos foi arrebatado, virá do modo que para o céu o vistes partir."
Atos dos Apóstolos 1:10-11

Os dois homens que trouxeram essa mensagem eram provavelmen­te Miguel e Gabriel, mensageiros ou homens sobrenaturais de quem já fa­lamos em capítulos anteriores. Mas uma coisa que deixaram de revelar foi quando, precisamente, ele voltaria. Os cristãos primitivos acreditavam que a volta dele era iminente. É por isso que, naqueles tempos, muitas pessoas costumavam subir nos telhados planos de suas casas para velar e esperar por ele. Era a promessa da segunda vinda que mantinha esses cristãos primitivos tão motivados.
Contudo, quase dois mil anos depois, aqui estamos e ele ainda não voltou. Com o passar do tempo, nosso entendimento do significado da segunda vinda perdeu-se sobremaneira num excesso de dogma religioso.
A segunda vinda tem duas partes. A primeira é conhecida de mui­tos cristãos por "Arrebatamento". Isso refere-se a um tempo em que Je­sus voltará à Terra provisoriamente para "resgatar" os verdadeiros crentes. A Bíblia ensina que algum dia todo cristão que ainda estiver vivo "desa­parecerá" para ir ao encontro de Cristo. Os que permanecerem na Terra terão de amargar o holocausto de acontecimentos terríveis vaticinados no Apocalipse. Mas vamos começar dando uma olhada no Arrebata­mento. O próprio Jesus falou disso pela primeira vez em João 14:1-3.

Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.
Na casa de meu Pai há muitas moradas; vou preparar-vos lugar. E quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei pa­ra mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também.

De modo que temos essa promessa do próprio Senhor de que Ele voltará para nos tirar deste mundo funesto e nos levar para um lugar pre­parado por Ele.
Como já dissemos, historiadores da época registraram a existência de Jesus. E mesmo Josefo menciona a ressurreição do Messias. A ressur­reição é o fundamento da fé cristã. Em vez de um Cristo derrotado, tor­turado e morto pendurado na Cruz, o altar deveria mostrar um túmulo vazio e uma pedra afastada e uma comunicação adornada em grandes le­tras maiúsculas: "ELE RESSUSCITOU." Nossa vitória é a ressurreição do Messias e o que ele realizou com Sua morte.
Muitas passagens dos Evangelhos têm relação com o Cristo ressus­citado. Depois de ouvir falar da ressurreição, Tomé disse que enquanto não tocasse os ferimentos no corpo do Senhor ele não acreditaria. Mais tarde Jesus apareceu a Tomé e convidou-o a tocar Seu corpo, dizendo:

Apalpai-me e verificai, porque um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho.
Lucas 24:39

O Evangelho de João, capítulo 21, nos fala do aparecimento do Cris­to ressuscitado a Pedro e a alguns dos discípulos depois de eles terem re­solvido voltar a pescar. Quando O encontraram na praia, em seu corpo ressuscitado, Ele já estava cozinhando o desjejum. E todos se juntaram ali e comeram peixe com Ele. Anteriormente, o Senhor já lhes tinha di­to que não beberia vinho novamente até que todos estivessem no Paraí­so, onde beberiam vinho novo com Ele. Tenho especial predileção por essa passagem do Novo Testamento, pois aprecio o bom vinho e também gosto de pescar e de peixe às refeições.
Saulo de Tarso foi aquele a quem Iahweh escolheu para disseminar a boa nova da ressurreição entre os povos das nações dos gentios. Esta­va viajando para Damasco a fim de prender os discípulos do Messias quando uma luz do céu resplandeceu sobre ele e o cegou. Depois de três dias, a cegueira se dissipou e ele começou a pregar sobre a visão que ha­via tido do Messias. A partir dessa ocasião, ele ficou conhecido como Paulo, autor das várias epístolas. Aqui está seu relato de testemunha ocu­lar da ressurreição do Messias.

Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras; e foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras; e apareceu a Pedro e depois aos doze. Depois foi visto por mais de quinhentos irmãos de uma só vez, dos quais a maioria sobrevive até agora. Depois foi visto por Tiago, mais tarde, por todos os apóstolos e, afinal, foi visto também por mim.
1 Coríntios 15:3-8

Se alguém é testemunha ocular de um acidente ou crime, é uma tes­temunha direta. Segundo Paulo, houve mais de 500 testemunhas diretas da ressurreição do Messias. Quando chegar a época da Sua volta, é isto que acontecerá:

Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do Arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos Céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados jun­tamente com eles, entre nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor.
1 Tessalonicenses 4:16,17

Sei que deve parecer quase impossível aceitar que um número talvez de diversas centenas de milhões de cristãos, que vivem espalhados pelo mundo inteiro atualmente, possam subitamente desaparecer num piscar de olhos. Contudo, isso é precisamente o que a Bíblia nos diz que acon­tecerá quando o Senhor voltar dos céus com toda majestade. Examine­mos um relato paralelo desse acontecimento em 1 Coríntios 15:51-2.

Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos (morreremos), mas transformados seremos todos - num momento, num abrir e fe­char de olhos - ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.

Quanto tempo dura um abrir e fechar de olhos? Esse é o tempo que vai demorar para que desapareçamos desta Terra. E então começará o tempo chamado de a Grande Tribulação. Mas a boa nova é que não tere­mos de sofrer esse período de caos, pois já teremos sido retirados daqui.
Quando digo "já teremos sido retirados daqui", estou me referindo àqueles que acreditam no Messias. Essa é a mensagem simples e a pro­messa que ele nos transmitiu enquanto esteve na Terra. Ou seja, todo aquele que acredita n’Ele será salvo da ira que virá. Mas quem não acre­ditar permanecerá na Terra para suportar a Grande Tribulação conforme relatada no Apocalipse.
O versículo mais conhecido da Escritura é, provavelmente, João 3:16. Na TV, de vez em quando, vemos uma pessoa numa multidão em algum acontecimento esportivo segurando bem alto ou agitando uma ta­buleta onde se lê: João 3:16. É uma mensagem muito simples que contém uma grande verdade. Ei-la:

Porque Deus amou de tal maneira o mundo, que deu Seu Filho unigénito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vi­da eterna.

Um só homem pagou por nossos pecados e um só homem Iahweh ressuscitou dentre os mortos em todos os tempos. Ele é o Messias, e é só por meio d’Ele que temos esperança. Só por meio da crença em Jesus Cris­to poderemos escapar dos castigos e da ira que cairão sobre a humanidade e sobre o mundo inteiro.

Quanto mais, então, agora, justificados por Seu sangue, seremos por Ele salvos da ira.
Romanos 5:9

Essa segurança de que seremos salvos da ira vindoura encontra-se repetida em outras passagens das Escrituras. Alguns cristãos dizem que todos deverão passar pelos acontecimentos terríveis do Apocalipse. Se isso for verdade, o versículo acima é uma ilusão e Paulo não sabia do que estava falando. Observemos novamente a parte final desse versículo. Diz: "seremos por Ele salvos da ira."
Na Epístola aos Tessalonicenses, Paulo repete essa promessa: "... e esperar do Céu por Seu Filho, a Quem Ele ressuscitou dos mortos - Je­sus, que nos resgatará da ira vindoura."
Poderia haver maior clareza? Ou seremos salvos da ira que virá, va­le dizer, o Apocalipse, ou não seremos, e a promessa direta e simples é que aqueles que acreditam no Messias serão salvos, assim como Noé e sua família foram salvos do Dilúvio. Pois o Dilúvio e Sodoma e Gomorra são arquétipos ou símbolos dos castigos divinos futuros. E assim como Noé e os seus foram salvos na época do Dilúvio, assim também Ló e sua fa­mília tiveram de ser retirados antes de os castigos divinos caírem sobre Sodoma e Gomorra.
Da mesma maneira, os justos que crêem no Messias deverão ser re­tirados desta Terra antes que ocorram os fenômenos profetizados no Apocalipse. O "Arrebatamento" não é um conceito singular na Bíblia. Enoque foi levado por Deus e, aparentemente, não morreu. Da mesma maneira, Elias foi levado ao Céu por "um carro de fogo" e não morreu (2 Reis 2:11).
O capítulo 8 de Atos dos Apóstolos conta a história de Filipe e do etíope. Esse homem era um importante funcionário encarregado do te­souro ou departamento de finanças de Cândace, rainha dos etíopes. De­pois de contar-lhe as boas novas da vinda do Messias, Filipe batizou-o. E então, o Espírito do Senhor subitamente levou Filipe e ele apareceu em um lugar chamado Azoto, distante muitos quilômetros de onde os dois haviam estado. De maneira que a ideia de ser levado de um lugar pa­ra outro não é uma ideia isolada na Bíblia.
Não há indicações de quando o Arrebatamento poderá ocorrer, mas há muitos sinais e presságios relacionados à Tribulação que se aproxima. Contudo, ainda que possamos ver muitos sinais que sugerem a iminên­cia dos terríveis acontecimentos do Apocalipse, também sabemos que precisamos ser "arrebatados" antes de a Tribulação começar. Portanto, é possível presumir que o Arrebatamento está prestes a acontecer. Na ver­dade, poderá acontecer a qualquer momento.
Tudo que podemos fazer é observar e orar e esperar pelo Filho do Céu que nos salvou da ira vindoura
Extraido.

domingo, 16 de outubro de 2011

DEMÔNIOS DENTRO DA IGREJA, VAMPIROS DESEJAM SUGAR O QUANTO PUDEREM.






A luz é um outro problema. Vampiros perecer não se expor por muito , mas eles tem a iluminação sintética, falsificada.
E é claro que existem lugares santificados onde os vampiros nunca poderão ir, como nos recantos mais profundos da alma de um crente verdadeiro. O maior caçador de vampiros de todos os tempos disse uma vez: "Não temais os que matam o corpo, mas não podem matar a alma" (Mateus 10:28).
Pensei nessas palavras recentemente, durante a passagem de um amigo querido. Para proteger sua identidade, vou chamá-la simplesmente ''Clinton'' (não é seu nome real).
Como muitos cristãos verdadeiros, ''Clinton'' tinha dado sua vida para o ajudar no ministério dos outros. Como resultado, ele tinha muito poucas posses terrenas e, certamente, nada que se compare com a riqueza que é típica dos vampiros tele-evangelistas .
No entanto, Clinton tinha sua casinha própria. O valor de avaliação foi um mero 15.000 reais, por isso é fácil notar a modéstia de seu estilo de vida .
Ainda assim, o lugar era dele(não importa onde você more, sendo seu...)

Início do ano passado, sabendo que ele estava ficando velho demais para viver sozinho e que em última análise, ele precisava ser cuidado por sua filha, Clinton fez um acordo para vender sua casa para uma instituição religiosa(A mesma que ele tanto tanto trabalhou para ajudar). Clinton tinha servido incansavelmente e sem remuneração para a igreja por várias décadas. Como diretor executivo(não remunerado) ele estava familiarizado com o interesse do escritório da igreja na aquisição de terrenos, e eu estava lá quando várias propriedades, incluindo a de Clinton, foram aprovados para serem comprados. Embora a casa de Clinton fosse a de preço mais baixo, as outras propriedades pertenciam pessoas mais jovens e saudáveis, não tão fáceis de enganar como o Clinton, e assim estes foram pagos imediatamente e fecharam negócio com grande rapidez . Clinton, por outro lado, esperou muito, e como consequencia adoeceu, até que seu corpo e mente lentamente começaram a irem em direção ao último inimigo, ele enfrentou a morte. Como o fim se aproximava e ele precisava de dinheiro para despesas médicas, ele perguntou ao chefe do escritório da organização cristã , quando ele iria ser pago.

"Bem, sabemos que Clinton irá morrer em pouco tempo", o secretário do ''vampiro'' guaguejou: "Nós decidimos que vamos apenas esperar, já que iremos herdar a propriedade de qualquer maneira, uma vez que ele se foi."

É um choque saber disto. Assim, entendemos o suficiente para entender como os vampiros pensam. Clinton, ainda na esperança de algumas migalhas que pudessem cair da mesa dos ricos, teve um derrame e morreu pouco tempo depois.
E assim estas instituições se tornaram muito infestadas de teias de aranha, mariposas, morcegos e outras coisas assustadoras .

No entanto, gostaria de deixar uma alerta para todos, os vampiros estão em toda parte. Para aqueles que venderama sua alma ao diabo por 15 mil reais em bens imobiliários, fizeram tudo o que podiam fazer para prejudicar o velho Clinton , que se levantará em juízo contra eles no dia mais importante, o julgamento final.
É claro que, suponho, até então, os vampiros beberão o sangue(dinheiro) e o usarão para comprar algumas capas novas muito legais ou uma fileira de luzes deslumbrantes para manter o público hipnotizado.
Se o leitor ficou indignado no trecho acima, você tem perspicácia discernir por que muitas pessoas rompem com instituições religiosas, por nenhuma outra razão se não para preservar a própria saúde espiritual. Se isso também soa como se estivéssemos julgando, leia novamente. Em 1 Pedro 4:17, lemos que "o julgamento deve começar na casa de Deus."
Estamos em uma guerra espiritual sobre as mentes e almas de uma geração e, francamente, chegou a hora de novos Martinhos Luteros da atualidade afixarem suas teses em portas de algumas instituição religiosas, onde o ''daimonion echon'' se tornou tão profundamente arraigado que tem literalmente as forjado, nestes últimos dias, como "morada de demônios, e guarida de todo espírito imundo, e coito de toda ave imunda e detestável" (Apocalipse 18:2).