sábado, 26 de fevereiro de 2011


O candelabro



Esta peça magnífica fazia parte dos utensílios do tabernáculo que Deus ordenara a Moisés que construísse, e se encontrava no interior da tenda da congregação para que produzisse luz no interior da mesma. “Também farás um castiçal de ouro puro; de ouro batido se fará este castiçal; o seu pé, as suas canas, as suas copas, as suas maçãs e as suas flores serão do mesmo”.Ex.25:31

“Também lhe farás sete lâmpadas, as quais se acenderão para alumiar defronte dele”. Ex.25:37

“Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em caridade,”Ef 1:4

Por quê? Porque ele nos amou; então este símbolo existe:

1° Devido ao amor de DEUS.

2º Ele existe para produzir luz; então existimos para brilhar e glorificar a Jesus.

3º O que é necessário para haver luz? Azeite (Espírito Santo), sem O Espírito Santo sem luz. E para brilhar intensivamente é preciso haver poda.

4º A partir de que se produz o azeite? Da azeitona (é o fruto), e a azeitona vem da oliveira.

5º A partir de que fruto identificamos o Espírito Santo? Gl. 5:22-23

O Espírito Santo veio da onde ou de quem? Jesus é a oliveira.

6º Qual a promessa feita por Jesus quando recebemos o Espírito Santo? At. 1:8 poder.

Lembrando que para ter esse poder, precisa ter azeite, e para ter azeite é preciso do fruto (Gl5).

7º De que forma o azeite produz luz, ou o que é necessário para que o azeite produza luz? Fogo! Em pentecostes o Espírito Santo desceu como línguas de fogo, e repousou sobre cada um individualmente, para que? Para que eles pudessem ser luz, brilhar.

8º E como eles brilhavam? 1Pe.2:9 poder ou virtude e amor.

9º E de que forma veio a manifestação deste poder? Dons espirituais, 1 Co. 12:7-11

10 Qual destes dons glorificou primeiramente o nome de Jesus em pentecostes? At.2, línguas.

11º Os dons são distribuídos segundo a vontade do Espírito Santo, ou depende da busca? 1Co. 12:11; 12:31, pense nisto e a paz do Senhor.


Por: Ralph Castello

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Este lugar é no Senhor.


Há um lugar de descanso em ti
Há um lugar de refrigério em ti
Há um lugar onde a verdade reina, esse lugar é no Senhor

Há um lugar onde as pessoas não me influenciam
Há um lugar onde eu ouço teu Espírito
Há um lugar de vitória em meio à guerra, esse lugar é no Senhor

Esse lugar é no senhor (4x)

Há um lugar onde a inconstância não me domina
Há um lugar onde minha fé é fortalecida
Há um lugar onde a paz é quem governa, esse lugar é no Senhor

Há um lugar onde os sonhos não se abortam
Há um lugar onde o temor não me enrijece
Há um lugar que quando se perde é que se ganha, esse lugar é no Senhor

Jesus!
Tu és tudo o que eu preciso, Jesus!
Eu te preciso


*Há um Lugar de Heloísa Rosa

Eu gosto muito desta música, tanto pela sua melodia quanto pela profundidade da letra. As verdades bíblicas contidas nela nos fazem analisar tudo que temos vivido.
Voltando eu de Vila Velha/ES no dia 17/02/11, estava ouvindo esta música várias vezes em celular. Esta música nos faz pensar na nossa vida cristã, se é que temos vivido de acordo com o que Jesus ensinava. Por volta das 18h, o ônibus onde eu estava parou num congestionamento, e como demorava a prosseguir, muitos desceram para ver o que tinha acontecido. Ficamos sabendo logo depois que houvera um grave acidente a cerca de 5 km à frente com cinco vítimas fatais. Dois caminhões colidiram de frente. Poderia ter sido meu ônibus porque não?
Creio que além de mim, tinha outro colega do Senhor no ônibus. Daí eu percebo a necessidade de se clamar pela cobertura do Sangue de Jesus a cada instante, bem como pedi-Lo pela proteção dos anjos.

"Porque o Senhor ama o juízo e não desampara os seus santos; eles são preservados para sempre; mas a semente dos ímpios será desarraigada." Sl 37.28

A grande maioria dos que estavam no ônibus certamente não se atenta para estas coisas, muito pelo contrário, são pessoas que não estão se importando com as coisas do Senhor. É lamentável como também diversos irmãos têm vivido assim. Obviamente, todos que estavam comigo ali, sem dúvida, já ouviram o Evangelho. Todos estávamos ali fazendo um curso para trabalhar, pois todos temos necessidades, seja o justo como o ímpio. Todas as pessoas buscam satisfazer suas necessidades, mas nunca devemos esquecer de colocar o Senhor em primeiro lugar.


"Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas." Mt 6.33

Precisamos entender, nós que somos do Senhor principalmente, que nada podemos fazer sem o Senhor. "Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer." Jo 15.5. Nem conseguiríamos respirar se não fosse o Senhor. Por mais que vivamos em perigo constante, o único lugar onde encontramos segurança é no Senhor!

"Ele salva, livra, e opera sinais e maravilhas no céu e na terra; ele salvou e livrou Daniel do poder dos leões." Dn 6.27

Que este testemunho particular possa servir de alguma forma de crescimento para nossas vidas.


Por: Daniel Vicente

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Uma Carta ao Mundo!



















Carta ao mundo, Campos dos Goytacazes, 6 de dezembro de 2010 (segundo o calendário gregoriano que não é correto diante as Escrituras Sagradas).


“Mas isto é o que foi dito pelo profeta Joel: E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos jovens terão visões, e os vossos velhos sonharão sonhos; e também do meu Espírito derramarei sobre os meus servos e minhas servas, naqueles dias, e profetizarão.” At 2.16-18Irmãos, amigos e também inimigos (não que os considerem assim, mas todos que não fazem a vontade de Deus são inimigos da cruz de Cristo).“Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo. O fim deles é a perdição, o deus deles é o ventre, e a glória deles é para confusão deles mesmos, que só pensam nas coisas terrenas.” Fp 3.18-19No livro de 1 Samuel 3:1 nos lemos:“E o jovem Samuel servia ao SENHOR perante Eli. E a palavra do SENHOR era de muita valia naqueles dias; não havia visão manifesta."Como podemos ler neste texto Sagrado nos dias de Samuel não havia visão manifesta, pois DEUS em cada tempo se manifesta de modo que lhe convém manifestar-se.“Havendo Deus, antigamente, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos, nestes últimos dias, pelo Filho.” Hb 1.1E nestes últimos dias como lemos em Atos 2:15-18, o Senhor se manifesta através do Todo Poderoso Espírito Santo, e a forma estabelecida e decretada por Deus é: visões, sonhos e profecias. Estando, pois estabelecido o propósito do Senhor andemos com piedade observando esta visão.

Foi na madrugada do dia 6 de dezembro de 2010 (segundo o calendário gregoriano que não é correto diante as Escrituras Sagradas) que o Senhor me levou a uma rua da cidade onde moro e me mostrou uma visão aterradora, creio que fui arrebatado em espírito, pois a visão era muito clara sem confusão alguma. O Senhor me colocou em pé olhando para o céu na direção do norte, era cinco hora madrugada quando começou a surgir no céu uma visão terrível, uma grande orla de um vestido de cor púrpura (roxo) descia das nuvens verticalmente em direção a terra. A principio não consegui discernir o que era, pois aquele manto roxo descia lentamente, porém com o desenrolar da visão pude ver que aquele manto era um vestido que cobria o corpo de uma mulher enorme e assustadora, esta estava com as mãos sobre o ventre e em suas mãos vi uma imagem e pude observar que se tratava de um ídolo de escultura conhecido como “nossa senhora” (Maria). Era assustador olhar para aquela mulher enorme e de aparência fria como que de morte.

Continuei olhando aquela terrível visão, quando surgiu no céu um outro sinal: eram duas colunas redondas e enormes que desciam verticalmente do céu uma de uma lado daquela mulher e a outra do outro. As colunas eram branquíssimas como a neve e homogêneas. Estas colunas pararam lado a lado com aquela mulher e estavam como que a observando. Neste ponto findou-se a visão e me achei em casa novamente e era ainda madrugada, abri os olhos e me perguntei o que seria isto, tive vontade de me levantar, mas não o fiz continuei deitado e dormi, foi quando tive sonhos.

No sonho, estava colocado em uma plataforma de madeira sobre um enorme lago natural, só que no lago onde deveriam existir peixes havia búfalos nadando como se fossem peixes, observei que uma mulher nadava tranquilamente sem medo entre os búfalos. Imediatamente achei-me em outro lugar, neste também havia um lago, porém artificial, era de concreto obra das mãos de homens, neste momento disse para mim mesmo: é pelo menos aqui tem peixe, quando alguém próximo ao lago falou comigo: os peixes deste lago não prestam são ruins, aqui tem até peixe cachorro, foi quando olhei e vi um pequeno e escuro peixe em forma de cachorro correr e entrar no lago. Logo em seguida me achei em outro lugar, era uma casa muito luxuosa e tinha tudo o que o dinheiro podia comprar, nesta casa vi muitas pessoas se regalando com os prazeres deste tempo, vi nesta casa uma enorme banheira em forma de cama e as pessoas se deliciavam nela submersas em seus prazeres. Aqui, pois findam estes sonhos.Esta, pois é a visão e os sonhos e agora veremos os seus significados e interpretações.

Logo pela manha levantei-me e busquei entender a visão e os sonhos, e isto seria impossível sem a direção do Espírito Santo de Deus. A primeira coisa que busquei saber foi quem seria aquela mulher sombria vestida de púrpura e com a imagem de “nossa senhora” em suas mãos. Foi quando o Senhor me fez ler no livro do Apocalipse 17:1-5“E veio um dos sete anjos que tinham as sete taças e falou comigo, dizendo-me: Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas, com a qual se prostituíram os reis da terra; e os que habitam na terra se embebedaram com o vinho da sua prostituição. E levou-me em espírito a um deserto, e vi uma mulher assentada sobre uma besta de cor escarlate, que estava cheia de nomes de blasfêmia e tinha sete cabeças e dez chifres. E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, adornada com ouro, e pedras preciosas, e pérolas, e tinha na mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição. E, na sua testa, estava escrito o nome: MISTÉRIO, A GRANDE BABILÔNIA, A MÃE DAS PROSTITUIÇÕES E ABOMINAÇÕES DA TERRA.” Ap 17.1-5Logo percebi que a mulher vestida de púrpura em minha visão era a mesma descrita no livro do Apocalipse. E o porquê desta visão, já que ela se encontra narrada nas Escrituras? Isto, eu precisava entender. Foi quando o Senhor me fez saber que Ele não faria coisa alguma sem antes revelar o seu segredo aos seus servos.“Certamente o Senhor JEOVÁ não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas.” Am 3.7Observe que servos está no plural, somos nós os servos do Senhor que receberemos visões, sonhos e revelações e transmitiremos a esta geração. O fato de o Senhor ter me mostrado em visão a grande prostituta está relacionado com a época do seu julgamento, pois chegou o tempo do Senhor julgar esta meretriz com a qual se prostituem os reis e povos da terra, julgar esta que está embriagada do sangue dos santos e do sangue das testemunhas de Jesus. E o Senhor manda-nos avisar que o momento chegou, o tempo é este em que o Senhor vai fazer estremecer a terra e destruir totalmente a cidade da grande meretriz, chegou o tempo em que a terra vai presenciar o maior terremoto jamais visto desde a fundação do mundo, sim toda terra vai tremer violentamente, milhões morrerão em conseqüência destes abalos sísmicos, muita destruição, pânico, fome e um caos mundial.

"E houve vozes, e trovões, e relâmpagos, e um grande terremoto, como nunca tinha havido desde que há homens sobre a terra; tal foi este tão grande terremoto." Ap 16.18

Certamente haverá um enorme descrédito com relação a esta palavra tanto no mundo ímpio como entre os cristãos. Mas assim também foi nos dias de Noé e nos dias de Ló, fora a família de Noé ninguém mais acreditou em suas palavras, e com Ló nem mesmo a sua esposa creu e todos sabem o que sucedeu aos incrédulos. É quase uma unanimidade entre os cristãos que a volta de Jesus está às portas, muito se tem falado sobre isto, mas quantos realmente crêem.

Na visão sobre a grande prostituta ainda não vimos o significado das duas enormes colunas redondas e branquíssimas que desciam do céu. Na carta do apóstolo Paulo a Timóteo no cap.3:15 e Ap 3.12a lemos:“mas, se tardar, para que saibas como convém andar na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade.”“A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus,..”Aquelas duas colunas representam: a primeira os profetas e a segunda os apóstolos os quais foram vitimas desta grande meretriz, e agora chegou o tempo deles se alegrarem com a sua destruição e por este motivo àquelas duas colunas se puseram lado a lado da meretriz, lemos:“E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos e do sangue das testemunhas de Jesus. E, vendo-a eu, maravilhei-me com grande admiração.” Ap 17.6“Alegra-te sobre ela, ó céu, e vós, santos apóstolos e profetas, porque já Deus julgou a vossa causa quanto” Ap 18.20Chegamos a um tempo crucial onde quem é santo e justo deve ser mais ainda, e como a mim foi confiada esta visão faço uso da Palavra do Altíssimo e profetizo que é chegado o tempo da ira do Deus Todo Poderoso, quem puder identificar os tempos profetizados na Palavra de Deus bom será, amém.“E disse-me: Não seles as palavras da profecia deste livro, porque próximo está o tempo. Quem é injusto faça injustiça ainda; e quem está sujo suje-se ainda; e quem é justo faça justiça ainda; e quem é santo seja santificado ainda. E eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo para dar a cada um segundo a sua obra.” Ap 22.10-12*Em breve o significado dos sonhos.


Por: Ralph Castello.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Kobe Beef - Um pedaço de carne que custa R$:200,00!

"A carne de R$ 200 chama-se Kobe Beef, pesa cerca de 400 gramas e vem de um corte do Wagyu, uma raça de gado originária do Japão. O segredo de esse bife custar tão caro é a sua maciez e seu sabor. Ele tem em torno de 7% de gordura, que fica entremeada nas fibras da carne."

A série de reportagem do Jornal da Record mergulhou no mundo rural para explicar o sucesso e curiosidades da carne brasileira e descobriu histórias como a do bife mais caro do país.

Enquanto isso, milhões não podem comer nem "carne moída". Esse, é um de muitos absurdos que vemos em nossa sociedade. Para mim, isso é um desrespeito ao próximo! Quando vejo essas coisas, mais incorformado fico com este mundo. Estou certo de que a Igreja, a começar em mim, pode fazer muito mais pelos necessitados. Que este artigo, venha de alguma forma a fazer-nos repensar em que estamos investindo nossos recursos!

Que a Igreja do Senhor Jesus não fique alheia à essas coisas.

"A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo." Tg 1.27


Por: Daniel Vicente

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

O vinho nos tempos do Novo Testamento - Parte 2.


“Jesus principiou assim os seus sinais em Caná da Galiléia, e manifestou a sua glória; e os seus discípulos creram nele.” Jo 2.11

O vinho: Misturado ou Integral?

Os dados históricos sobre o preparo e o uso do vinho pelos judeus e por outras nações no mundo bíblico mostram que o vinha era: a) frequentemente não fermentado; b) em geral misturado com água e c) o embriagante. Aqui, encontramos dois processos de preparação da uva para posteriormente ser misturada com água.

1) Um dos métodos usados era desidratar as uvas, borrifá-las com azeite para mantê-las úmidas e guardá-las em jarras de cerâmica (Enciclopédia Bíblica Ilustrada de Zondervan, V.882, ver também estudo sobre Columella, Sobre a Agricultura 12.44.1-8). Em qualquer ocasião, podia-se fazer uma bebida muito doce de uvas assim conservadas. Punha-se-lhes água e deixava-as de molho na fervura. Políbio afirmou que as mulheres romanas podiam beber desse tipo de refresco de uva, mas que eram proibidas de beber vinho fermentado (ver Políbio, Fragmentos, 6.4; cf. Plínio, História Natural, 14.11.81).

2) Outro método era ferver suco de uva fresco até se tornar em pasta ou xarope grosso (mel de uvas); este processo deixava-o em condições de ser armazenado, ficando isento de qualquer propriedade inebriante por causa da alta concentração de açúcar, e conservava a sua doçura (ver Columella, Sobra a Agricultura, 12.19.1-6; 20.1-8; Plínio, História Natural, 14.11.80). Essa pasta ficava armazenada em jarras grandes ou odres. Podia ser usada como geléia para passar no pão, ou dissolvida em água para voltar ao estado de suco de uva (Enciclopédia Bíblica Ilustrada de Zondervan, V. 882-884). É provável que a uva fosse muito cultivada para a produção de açúcar. O suco extraído no lagar era engrossado pela fervura até tornar-se em líquido conhecido como “mel de uvas” (Enciclopédia Geral Internacional da Bíblia, V.3050). Referências ao mel na Bíblia frequentemente indicam o mel de uva (chamado debash pelos judeus), em vez do mel de abelhas.

3) A água, portanto, pode ser adicionada a uvas desidratadas, ao xarope de uvas e ao vinho fermentado. Autores gregos e romanos citavam várias proporções de mistura adotadas. Homero (Odisséia, IX 208ss) menciona uma proporção de vinte partes de água para uma parte de vinho. Plutarco (Symposíacas, III.ix) declara: “Chamamos vinho diluído, embora o maior componente seja a água”. Plínio (História Natural, XIV.6.54) menciona uma proporção de oito partes de água para uma de vinho.

4) Entre os judeus dos templos bíblicos, os costumes sociais e religiosos não permitiam o uso do vinho puro, fermentado ou não. O Talmude (uma obra judaica que trata das tradições do judaísmo entre 200 a.C. e 200 d.C.) fala, em vários trechos, da mistura de água com vinho (e.g., Shabbath 77ª; Pesahim 1086). Certos rabinos insistiam que, se o vinho fermentado não fosse misturado com três partes de água, não podia ser abençoado e contaminaria quem o bebesse. Outros rabinos exigiam dez partes de água no vinho fermentado para poder ser consumido.

5) Um texto interessante temos no livro de Apocalipse, quando um anjo, falando “do vinho da ira de Deus”, declara que ele será “não misturado”, isto é, totalmente puro (Ap 14.10). Foi assim expresso porque os leitores da época entendiam que as bebidas derivadas de uvas eram misturadas com água.

Em resumo, o tipo de vinho usado pelos judeus nos dias da Bíblia não era idêntico ao de hoje. Tratava-se de:
a) suco da uva recém-espremido;
b) suco de uva assim conservado;
c) suco obtido de uva tipo passas;
d) vinho de uva feito do seu xarope, misturado com água e
e) vinho velho, fermentado ou não, diluído em água, numa porção de até 20 para 1.

Se o vinho fermentado fosse servido não diluído, isso era considerado indelicadeza, contaminação e não podia ser abençoado pelos rabinos. À luz desses fatos, é ilícita a prática corrente ou não de ingestão de bebidas alcoólicas como base no uso do “vinho” pelos judeus nos tempos bíblicos. Além disso, os cristãos dos dias bíblicos eram mais cautelosos do que os judeus quanto ao uso do vinho (ver Rm 14.21; 1 Ts 5.6; 1 Tm 3.3. Tt 2.2)

A Glória de Jesus manifesta através do vinho.

Em João 2, vemos que Jesus transformou água em “vinho” nas bodas de Caná. Que tipo de vinho era esse? Conforme já vimos, podia ser fermentado ou não, concentrado ou diluído. A resposta deve ser determinada pelos fatos contextuais e pela probabilidade moral. A posição correta, é que Jesus fez vinho (oinos) suco de uva integral e sem fermentação. Os dados que se seguem apresentam fortes razões para rejeição da opinião de que Jesus fez vinho embriagante.

1) O objetivo primordial desse milagre foi manifestar a sua glória, de modo a despertar fé pessoal e a confiança em Jesus como o Filho de Deus, santo e justo, que veio salvar o seu povo do pecado. Sugerir que Cristo manifestou sua divindade como o Filho Unigênito do Pai, mediante a criação miraculosa de inúmeros litros de vinho embriagante para uma festa de bebedeiras (onde subtende-se que os convidados tinham bebido muito), e que tal milagre era extremamente importante para sua missão messiânica, requer um grau de desrespeito, e poucos se atreveriam a tanto. Será, porém, um testemunho da honra de Deus, e da honra e glória de Cristo, crer que Ele criou sobrenaturalmente o mesmo suco de uva que Deus produz anualmente através da ordem natural criada. Portanto, esse milagre destaca a soberania de Deus no mundo natural, tornando-se um símbolo de Cristo para transformar espiritualmente pecadores em filhos de Deus. Devido a esse milagre, vemos a glória de Cristo “como a glória do Unigênito do Pai”.

2) Contraria a revelação bíblica quanto a perfeita obediência de Cristo a seu Pai celestial supor que Ele desobedeceu ao mandamento moral do Pai: “Não olhes para o vinho, quando se mostra vermelho...e se escoa suavemente”, isto é, quando é fermentado (Pv 23.31). Cristo por certos sancionou os textos bíblico que condenam o vinho embriagante como escarnecedor e alvoroçoador (Pv 20.1), bem como as palavras de Hc 2.15: “Ai daquele que dá de beber ao seu companheiro!...e o embebedas” (cf. Lv 10.8-11; Pv 31.4-7; Is 28.7; Rm 14.21).

3) Note ainda, o seguinte testemunho da medicina moderna.

a) Os maiores médicos especialistas atuais em defeitos congênitos citam evidências comprovadas de que o consumo moderado de álcool danifica o sistema reprodutivo das mulheres jovens, provocando abortos e nascimentos de bebês com defeitos metais e físicos incuráveis. Autoridades mundialmente conhecidas em embriologia precoce afirmar que as mulheres que bebem até mesmo quantidades moderadas de álcool, próximo ao tempo da concepção (48 horas), podem lesar os cromossomos de um óvulo em fase de liberação, e daí causar sérios distúrbios no desenvolvimento mental e físico do bebê.

b) Seria teologicamente absurdo afirmar que Jesus haja servido bebidas alcoólicas, contribuindo para o seu uso. Afirmar que Ele não sabia dos terríveis efeitos em potencial que as bebidas inebriantes têm sobre os nascituros é questionar sua divindade, sabedoria e discernimento entre o bem e o mal. Afirmar que Ele sabia dos danos em potencial e dos resultados deformadores do álcool, e que, mesmo assim, promoveu e fomentou seu uso, é lançar dúvidas sobre a sua bondade, compaixão e seu amor.

A única conclusão racional, bíblica e teológica acertada é que o vinho que Cristo fez nas bodas, a fim de manifestar a sua glória, foi o suco puro e doce de uva, e não fermentado.

"E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito;" Ef 5.18

A declaração de Paulo em Ef 5.18 demonstra que a plenitude do Espírito Santo depende do modo como o crente corresponde à graça que lhe é dada para viver em santificação. Isto quer dizer que a pessoa não pode estar “embriagada com vinho” e, ao mesmo tempo, “cheia do Espírito”. Paulo adverte todos os crentes a respeito das obras da carne; que os que comentem tais coisas “não herdarão o reino de Deus”. Além disso, “os que cometem tais coisas” não terão a presença interior do Espírito Santo, nem a sua plenitude. Noutras palavras, não ter “o fruto do Espírito” é perder a plenitude do Espírito.

O vinho nos tempos do Novo Testamento - Parte 1. O cristão não pode beber bebidas alcóolicas!


Referência às Bodas de Caná da Galiléia em João 2.

Alguns acreditam que, tanto o vinho fornecido neste casamento como o vinho feito por Jesus, eram embriagantes se consumidos em grande quantidade. Se aceita esta tese, as implicações disto, dadas a seguir, devem ser reconhecidas e também aceitas:

1) Primeiro: os convidados do casamento provavelmente estariam bêbados.
2) Segundo: Maria, mãe de Jesus, estaria lastimando a falta de bebida embriagante e estaria pedindo que Jesus fornecesse aos convidados, já embriagados, mais vinho fermentado.
3) Terceiro: Jesus estaria produzindo, a fim de atender à vontade de sua mãe, de 600 a 900 litros de vinho embriagante mais do que suficiente para manter todos os convidados totalmente bêbados.
4) Quarto: Jesus estaria produzindo esse vinho embriagante como seu primeiríssimo “milagre” a fim de manifestar “a sua glória” e de levar as pessoas a crerem Nele como o Filho justo e santo de Deus.

Não é possível evitar as implicações supras da tese em questão. Alegar que Jesus produziu e usou vinho alcoólico, não somente ultrapassa os limites das normas exegéticas, como também nos leva a um conflito com os princípios morais embutidos no contexto geral do ensino da Escritura. Fica claro que, à luz da natureza de Deus, da justiça de Cristo, da sua amorável solicitude pela humanidade, do bom caráter de Maria, as implicações da posição de que o vinho de Caná estava fermentado são blasfemas. Não se pode adotar uma interpretação que envolvia tais informações e contradições. A única explicação plausível e crível é que o vinho produzido por Jesus, a fim de manifestar a sua glória, era o suco puro e não embriagante de uva. Além disso, “o vinho inferior”, inicialmente fornecido pela pessoa encarregada das bodas, também com toda probabilidade não era inebriante.

De conformidade com vários escritores antigos, o vinho “bom” era o vinho mais doce, vinho este que podia ser bebido livremente e em grandes quantidades sem causar danos (isto é, vinho cujo conteúdo de açúcar não fora destruído através da fermentação). O vinho “inferior” era aquele que fora diluído com muita água.

1) O escritor romano Plínio afirma expressamente que o “vinho bom”, chamado Sapa, não era fermentado. Sapa era suco de uva fervido até diminuir um terço do seu volume a fim de aumentar seu sabor doce (ver em Plínio, História Natural, XIV.23-24). Ele escreve em outro trecho que “os vinhos são mais benéficos quando toda a sua potência é removida através do coador”. Plínio, Plutarco e Horácio sugerem que o melhor vinho era o do tipo “inofensivo”.
2) Os documentos rabínicos afirmam que alguns rabinos recomendavam o vinho fervido. O Mishna dos judeus diz: “O rabino Yehuda permite-o (o vinho fervido com oferta alçada), porque a fervura o melhora”.
3) É notável que o adjetivo grego traduzido “bom”, não seja agathos, mas kalos, que significa “moralmente excelente ou apropriado”.

A expressão, “bebido bem” em João 2.10, provém da palavra grega methusko, que tem dois significados: 1) estar ou ficar bêbado, e 2) estar farto ou satisfeito (sem referencia a embriagues). Aqui devemos entender methusko como o segundo destes dois significados. Seja como for traduzido este texto, ele não pode ser usado em defesa da tese de que nessa festa de casamento foi bebido vinho fermentado. Neste texto, o mestre-sala simplesmente cita um princípio geral, próprio de qualquer festa de casamento, sem considerar o tipo de bebida que foi então servido. Não devemos, de moda algum, dar a entender que Jesus participou de uma festa de bebedeiras, nem que contribuiu para isso.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O Vinho nos tempos do Antigo Testamento. O cristão não pode beber bebidas alcóolicas!


Nm 6.3: “de vinho e bebida forte se apartará; vinagre de vinho ou vinagre de bebida forte não beberá; nem beberá alguma beberagem de uvas; nem uvas frescas nem secas comerás.”

Palavras hebraicas para “Vinho”.

De um modo geral, há duas palavras hebraicas traduzidas por “vinho” na Bíblia.

1) A primeira palavra, a mais comum, é Yayin, um termo genérico usado 141 vezes no AT para indicar vários tipos de vinho fermentado ou não-fermentado (ver Ne 5.18, que fala “todo vinho [yayin] = todos os tipos).

a) Por um lado, yayin aplica-se a todos os tipos de suco de uva fermentado (Gn 9.20,21; 19.32,33; 1 Sm 25.36,37; Pv 23.30,31). Os resultados trágicos de tomar o vinho fermentado aparecem em vários trechos do AT, notadamente em Pv 23.29-35.

b) Por outro lado, yayin também se usa com referência ao suco doce, não-fermentado, da uva. Pode referir-se ao suco fresco da uva espremida. Isaías profetiza: “já o pisador não pisará as uvas [yayin] nos lagares” (Is 16.10); semelhantemente, Jeremias diz: “fiz que o vinho [yayin] acabasse nos lagares; já não pisarão uvas com júbilo” (Jr 48.33). Jeremias até chama de yayin o suco ainda dentro da uva (Jr 40.10,12). Outra evidência que yayin, às vezes, refere-se ao suco não-fermentado da uva temos em Lamentações, onde o autor descreve os nenês de colo clamando às mães, pedindo seu alimento normal de “trigo e vinho” (Lm 2.12). O fato do suco de uva não-fermentado poder ser chamado “vinho” tem o respaldo de vários eruditos. A Enciclopédia Judaica (1901) declara: “O vinho fresco antes da fermentação era chamado “yayin-mi-gat” [vinho de tonel] (Sanh, 70a).” Além disso, a Enciclopédia Judaica (1971) declara que o termo yayin era usado para designar o suco de uva em diferentes etapas, inclusive “o vinho recém espremido antes da fermentação”. O Talmude Babilônico atribui ao rabino Hiyya uma declaração a respeito de “vinho [yayin] do lagar” (Baba Bathra, 97a). E em Halakot Gedalot consta: “Pode-se espremer um cacho de uvas, posto que o suco da uva é considerado vinho [yayin] em conexão com as leis do nazireado” (citado por Loius Ginzberg no Almanaque Judaico Americano, 1923, pp. 408,409).

2) A outra palavra hebraica traduzida por “vinho” é Tirosh, que significa “vinho novo” ou “vinho da vindima”. Tirosh ocorre 38 vezes no AT; nunca se refere à bebida fermentada, mas sempre ao produto não-fermentado da videira, tal como o suco ainda no cacho de uvas (Is 65.8), ou o suco doce de uvas recém colhidas (Dt 11.14; Pv 3.10; Jl 2.24). Brown, Driver, Brigs (Léxico Hebraico-Inglês do Velho Testamento) declaram que tirosh significa: “mosto, vinho fresco ou novo.” A Enciclopédia Judaica (1901) diz que tirosh inclui todos os tipos de sucos doces e mosto, mas não vinho fermentado. Tirosh tem “benção nele” (Is 65.8); o vinho fermentado, no entanto, “é escarnecedor” (Pv 20.1) e causa embriagues (Pv 23.31).

3) Além dessas duas palavras para “vinho”, há outra palavra hebraica que ocorre 23 vezes no AT, e freqüentemente no mesmo contexto – Shekar; geralmente traduzida por “bebida forte” (e.g., 1 Sm 1.15; Nm 6.3). Certos estudiosos dizem que shekar, mais comumente, refere-se a bebida fermentada, talvez feita de suco de fruto da palmeira, de romã, de maçã, ou de tâmara. A Enciclopédia Judaica (1901) sugere que quando yayin se distingue de shekar, aquele era um tipo de bebida fermentada diluída em água, ao passo que esta não era diluída. Ocasionalmente, shekar pode referir-se a um suco doce, não-fermentado, que satisfaz (Robert P. Teachout: “O uso de vinho do Velho Testamento, dissertação de doutorado em Teologia, Seminário Teológico de Dallas, 1979”.). Shekar relaciona-se com shakar, um verbo hebraico que pode significar “beber a vontade”, além de “embriagar”. Na maioria dos casos, saiba-se que quando yayin e shekar aparecem juntos, formam uma única figura de linguagem que se refere às bebidas embriagantes.

A posição do AT sobre Vinho Fermentado.

Em vários lugares, o AT condena o uso do yayin e shekar como bebidas fermentadas.

1) A Bíblia descreve os maus efeitos do vinho embriagante na história de Noé (Gn 9.20-27). Ele plantou uma vinha, fez a vindima, fez vinho embriagante de uva e bebeu. Isso o levou à embriagues, à imodéstia, à indiscrição e à tragédia familiar em forma de uma maldição imposta sobre Canaã.* Nos tempos de Abraão, o vinho embriagante contribuiu para o incesto que resultou em gravidez nas filhas de Ló (Gn 19.31-38).

2) Devido ao potencial das bebidas alcoólicas para corromper, Deus ordenou que todos os sacerdotes de Israel se abstivessem de vinho e doutras bebidas fermentadas, durante sua vida ministerial. Deus considerava a violação desse mandamento suficientemente grave para motivar a pena de morte para o sacerdote que a cometesse (Lv 10.9-11).

3) Deus também revelou a Sua vontade a respeito do vinho e das bebidas fermentadas ao fazer da abstinência uma exigência para todos que fizessem votos para o nazireado.

4) Salomão, na sabedoria que Deus lhe deu, escreveu: “O vinho é escarnecedor, e a bebida forte, alvoroçadora; e todo aquele que neles errar nunca será sábio” (Pv 20.1). As bebidas alcoólicas podem levar o usuário a zombar do padrão de justiça estabelecido por Deus e a perder o autocontrole no tocante ao pecado a à imoralidade.

5) Finalmente, a Bíblia declara de modo inequívoco que para evitar ais e pesares e, em lugar disso, fazer a vontade de Deus, os justos não devem admirar, nem desejar qualquer vinho fermentado que possa embriagar e viciar (Pv 23.29-35).

Os Nazireus e o Vinho.

O elevado nível de vida separada e dedicada a Deus, dos nazireus, devia servir como exemplo a todo israelita que quisesse assim fazer (Nm 6.2). Deus deu aos nazireus instruções claras a respeito do uso do vinho.

1) Eles deviam abster-se “de vinho e de bebida forte” (Nm 6.3; Dt 14.26); nem sequer lhes era permitido comer ou beber qualquer produto feito de uvas, quer em forma liquida , quer em forma sólida. O mais provável é que Deus tenha dado esse mandamento como salvaguarda ante a tentação de tomar bebidas inebriantes e ante a possibilidade de um nazireu beber vinho alcoólico por engano. Deus não queria que uma pessoa totalmente dedicada à Ele se deparasse com a possibilidade de embriagues ou de viciar-se (cf. Lv 10.8-11; Pv 31.4,5). Daí, o padrão mais alto posto diante do povo de Deus, no tocante às bebidas alcoólicas, era a abstinência total.

2) Beber álcool leva, frequentemente, a vários outros pecados (tais como a imoralidade sexual ou a criminalidade). Os nazireus não deviam comer nem beber nada que tivesse origem na videira, a fim de ensinar-lhes que deviam evitar o pecado e tudo que se assemelhasse ao pecado, que leva a ele, ou que tenta a pessoa a cometê-lo.

3) O padrão divino para os nazireus, da total abstinência ao vinho e de bebidas fermentadas, era rejeitada por muitos em Israel os tempos de Amós. Esse profeta declarou que os ímpios “aos nazireus deste vinho a beber” (Am 2.12). O profeta Isaías declara por sua vez: “o sacerdote e o profeta erram por causa da bebida forte; são absorvidos do vinho, desencaminham-se por causa da bebida forte, andam errados na visão e tropeçam no juízo. Porque todas as suas mesas estão cheias de vômitos e de imundícias; não há nenhum lugar limpo” (Is 28.7,8). Assim ocorreu, porque esses dirigentes recusaram o padrão total de abstinência estabelecido por Deus (ver Pv 31.4,5).

4) A marca essencial do nazireado, isto é, sua total consagração a Deus e seus padrões mais elevados é um dever do crente em Cristo (cf. Rm 12.1; 2 Co 6.17; 7.1). A abstinência de tudo quanto possa levar a pessoa ao pecado, estimular o desejo por coisas prejudiciais, abrir caminho à dependência de drogas ou de álcool, ou levar um irmão ou irmã a tropeçar, é tão necessário ao crente hoje quanto o era para o nazireu dos tempos do AT (1 Ts 5.6; Tt 2.2).

*Com relação a este fato, sabemos que os dois filhos de Nóe fizeram o que era errado. Não tem a ver com o fato de Noé estar embriagado.